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FORÇA E LIDERANÇA


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Uma liderança eficiente é parte indispensável do sucesso de qualquer organização. Isto quer dizer que, quando um líder é capaz de mobilizar a sua equipe de maneira assertiva, inúmeros benefícios são gerados, tanto para colaboradores, quanto para a empresa como um todo.  Porém, será que todos os modelos de liderança fazem com que os melhores resultados sejam alcançados? Para os psicólogos fundadores da psicologia positiva, Christopher Peterson e Martin Seligman, existe uma forma de liderar capaz de transformar os pontos fortes de cada indivíduo em verdadeiros impulsionadores de desenvolvimento.

Baseado no estudo “VIA Classification of Character Strengths and Virtues”, responsável por classificar as principais forças e virtudes que atuam no comportamento humano, os especialistas descobriram meios para estimular as forças individuais de cada pessoa, fortalecendo-as no dia a dia. Estas competências, quando enfatizadas corretamente no ambiente corporativo, tornam-se fundamentais para o bom funcionamento organizacional e, sendo assim, necessitam ser valorizadas e desenvolvidas.

Denominando-a “Liderança Baseada em Forças”, a Gallup Consulting, referência em estudos de mercado, comprovou a eficiência deste novo modelo de gestão. De acordo com os resultados obtidos em pesquisas, descobriu-se que: líderes que não focam nas forças da sua equipe geram decréscimo de 91% no engajamento de seus colaboradores. Em contrapartida, quando investem nas forças, o envolvimento com a organização aumenta em 73%, maximizando resultados e o bem-estar.

Em outras palavras, quando um colaborador possui as suas forças instigadas, um novo mecanismo psicológico é acionado. A mente, então, começa a operar de forma diferenciada por meio de um novo caminho psicológico e neurológico, transformando o estímulo em uma nova sentença geradora de prazer e a satisfação – “sinto-me capaz de realizar esta atividade, logo, tenho vontade e capacidade para produzir e me envolver cada vez mais”.

Neste momento, inicia-se uma nova forma de exercer a liderança. Quando os funcionários são estimulados a usar suas forças, um ciclo de performance, satisfação, autoestima, energia e realização abre caminho para que sejam formados novos elos afetivos. O líder passa, então, a se tornar uma referência a ser seguida, pois valoriza a produção do seu liderado. Na outra via, o liderado transforma-se em um vetor de confiança, pois está sempre disposto a enfrentar desafios ainda mais elevados que demandam altos níveis de envolvimento.

Aprenda a exercer a liderança baseada em forças

Fomentar as forças de seus liderados é uma questão de hábito. De que forma esta competência pode ser desenvolvida? Aprenda a estimular as principais forças do seu time:

1 – Transforme a crítica em feedbacks positivos

De acordo com estudos realizados pela VIA Character, empresa especializada no mapeamento de forças e competências individuais, pessoas que possuem as suas qualidades reconhecidas conseguem desenvolver maiores índices de generosidade, produtividade e criatividade.  Deste modo, em vez de focar nos pontos negativos do seu liderado, foque nos seus pontos positivos, fazendo com que ele se sinta único naquilo que realiza para a organização.

2 – Estimule o foco em soluções

Uma recente pesquisa do Journal of Positive Psychology identificou que, ao focar nas soluções dos próprios problemas, os indivíduos conseguem utilizar as suas principais competências para elevar os seus níveis de qualidade de vida, bem-estar e esperança em relação ao futuro. Para se tornar um líder eficiente, estimule sua equipe a pensar na solução para os dilemas corporativos por meio dos questionamentos, como, por exemplo, “De que maneira você pode tentar resolver este contratempo?” “Que impacto você acha que esta solução pode trazer para o seu trabalho e para a empresa?”.

 3 – Fomente o uso das forças positivas

Quanto mais o indivíduo aplica as suas principais forças para se envolver com a sua atividade profissional, mais completos e duradouros serão o aprendizado, o envolvimento e a performance. Para ser um líder efetivo, adquira o hábito de direcionar as principais forças de cada liderado, orientando-o a participar de projetos que tenham sinergia com as suas principais habilidades.

Por: Flora Victoria 

Fundadora da Sociedade Brasileira de Coaching, presidente da SBCOACHING Training e mestre em psicologia positiva aplicada pela University of Pennsylvania (EUA). Diretora educacional das empresas do SBCOACHING Group e founding fellow do Institute of Coaching (IOC) – órgão afiliado à Harvard Medical School dedicado ao avanço do coaching -, Flora é considerada a maior especialista em psicologia positiva aplicada ao coaching do país.

Extraído do site Abilio Diniz 

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Valorização ou não de um imóvel depende de vários fatores, sem receitas prontas


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Valorização ou não de um imóvel depende de vários fatores, sem receitas prontas.Para um imóvel ser valorizado ou desvalorizado, é importante considerar aspectos como localização, número de vagas na garagem, estrutura do prédio e condições internas do bem, o que pode ter peso diferente em cada caso.

Vizinhança incômoda, falta de vagas na garagem, ruas sem acesso, trânsito caótico. O que faz um imóvel se desvalorizar? São muitos os elementos que elevam ou abaixam o valor de um apartamento ou de uma casa. De acordo com especialistas do mercado imobiliário, em Belo Horizonte, onde há bairros com características diversas, que vão desde um número maior de residências antigas ou novas, a valorização ou desvalorização residencial vai depender da localização, condições internas do imóvel e, em casos de prédio, das reais possibilidades que ele oferece, como área de lazer, elevadores e outros itens.

Arquitetos e engenheiros certamente já se acostumaram a falar ou a escutar frases como “olha, coloque isto porque vai valorizar o imóvel” ou, ao contrário, “não faça isto pois desvaloriza”. Há fatores que valorizam ou desvalorizam um apartamento ou casa, mas uma receita que funciona em determinadas situações pode dar o resultado oposto em outras. Isso porque não existe uma fórmula pronta para conjugar os fatores em fórmulas fixas, uma vez que a análise tem que ser feita não só pelos aspectos objetivos, mas principalmente sob o ponto de vista social e econômico do público ao qual se destina cada imóvel.

Diretor da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi-MG), Otimar Bicalho destaca os três elementos que formam o valor de uma casa ou apartamento. “O primeiro é o imóvel em si. No caso de um apartamento, por exemplo, é levado em consideração a situação dele por dentro, como acabamento, número de banheiros, distribuição do espaço etc. Em segundo lugar, é observada a condição do prédio, se há salão de festas, área de lazer, vagas na garagem, se o elevador funciona ou não. O terceiro ponto é a localização, o que inclui topografia, vizinhança, se a rua onde está localizado o imóvel é acidentada ou não, em que bairro está”, diz, lembrando que esses fatores valem tanto para valorizar quanto para desvalorizar um bem imobiliário.

Otimar destaca que hoje, na capital mineira, um exemplo de acesso difícil é a entrada do Bairro Buritis, na Região Oeste da cidade. “Ali é um problema por causa dos congestionamentos. É uma situação geográfica”, afirma, e dá como outros exemplo os bairros Anchieta, na Zona Sul, e Carlos Prates, Região Noroeste. “No primeiro, há os prédios novos; no segundo, há mais casas antigas”, compara. Ele comenta que, se a pessoa tem um apartamento ótimo, mas o prédio está com fachada ruim, pode ser um fator negativo para a valorizacão do imóvel. “São fatores que alteram o valor do bem. Todo mundo quer as coisas por perto, mas pouquíssimas as querem muito perto”, diz.

DISPOSIÇÃO DO PRÉDIO 

Na opinião do consultor imobiliário e gerente de vendas da Brasil Brokers, Felipe Matias, um bem se valoriza até 15 anos de idade. Quando passa disso, começa a se desvalorizar. “Comprar um imóvel antigo é sempre uma incógnita, porque não é sabido, por exemplo, como está a condição da parte elétrica”, ressalta. Segundo ele, o que mais é valorizado hoje é a disposição do prédio e o que ele oferece ao morador, como estrutura, lazer, elevador. “Uma boa disposição da planta é um ponto para a valorização. Ninguém quer morar em um apartamento rodeado de janelas ao lado. A localização é tudo.”

Felipe comenta que, atualmente, praticamente toda as famílias têm dois carros na garagem. “Imóveis sem vagas são mais difíceis de ser vendidos.” Sobre a região, o especialista enfatiza a Zona Sul da cidade, onde, segundo ele, é uma localidade cada vez mais valorizada, já que “é perceptível a falta de terreno para novas construções”. Por esse motivo, Felipe afirma que, com a construtora pagando mais caro por um espaço, o valor final da construção será mais alto. “É mais valorizado também morar próximo às estações de metrô, perto de shopping. As pessoas, muitas vezes, pagam pela comodidade. No Bairro Santo Agostinho, por exemplo, há, além de um centro de compras, um hospital”, exemplifica.

Por outro lado, ele destaca que a proximidade com as comunidades também desvalorizam o imóvel. “Há muitas pessoas que acham a Região do Vila da Serra, em Nova Lima, ruim por causa do trânsito. Porém, naquele local há soluções para futuras intervenções. Em contrapartida, há ali um bairro planejado, com lazer completo e estrutura. Já no Buritis, onde há muito oferta de imóveis, o trânsito é mais pesado e há prédios antigos e novos lado a lado. Não há um padrão de construção do bairro. Já tive dificuldades de vender um imóvel por causa disso. O prédio era novo, porém, ao lado tinha um bem antigo”, critica.

Evite personalizações

De acordo com especialistas, deve-se a todo custo evitar alterações de cunho pessoal que personalizem um imóvel. Ao contrário, deve-se fazer apenas aquelas que melhorem sua funcionalidade à luz das expectativas e demandas do mercado. A redecoração necessária significa custos e esses serão abatidos do valor inicial do imóvel. Assim, sempre que for reformar um imóvel pense em como aquelas alterações seriam recebidas por um corretor de imóveis e como elas serão percebidas por um possível comprador.

Por: Luciane Evans – Estado de Minas

Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?


Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?Google Street View e fotos detalhadas dos imóveis mudam relacionamento entre clientes e corretores. Saiba como se adaptar ao universo digital!

corretorEm uma rápida busca no Google, utilizando um smartphone, é possível achar diversas opções de imóveis na Internet com fotos, informações de preço e valor aproximado de condomínio. Acessando as redes sociais também é fácil encontrar detalhes sobre apartamentos, casas, salas comerciais e quaisquer outras informações sobre imóveis, inclusive, contato de corretores que criaram suas páginas para facilitar o relacionamento com o cliente.

Mais do que isso, é pelo Google Street View e Google Maps que muitos consumidores buscam detalhes, como localização, vizinhança, distância entre os pontos de interesse, condições de conservação do imóvel, etc. Depois de passar por estas buscas, ai sim o cliente determina se fará contato com o corretor para ter outras informações do imóvel. Os tempos mudaram? Sim, e a forma de procurar um imóvel também.

Uma recente pesquisa realizada pela Imovelweb mostra que nos últimos cinco anos, a busca por imóvel através da internet aumentou de 3% para 10%. Isso indica que a internet e as redes sociais estão se tornando importantes fontes de informações para aqueles que querem adquirir um imóvel. “Hoje, 99% dos clientes vêm de uma situação online, com todas as informações já checadas. Antigamente, o cliente não tinha acesso, o máximo era o classificado do jornal aos domingos. Hoje em dia é possível saber detalhes da localização à simulação de financiamentos”, afirma o diretor da Qualitty Imóveis, Fabiano Neaime.

Com esse processo tecnológico, surge um novo desafio: Como os profissionais do mercado imobiliário devem agir diante dessa mudança? Segundo Neaime, o corretor de imóveis precisa ter um diferencial no atendimento, conhecer muito bem o mercado e ter postura para transmitir segurança ao cliente. “Nem sempre os consumidores têm todas as informações corretas em mãos e, por isso, é importante que o profissional saiba sobre o assunto com profundidade. As ferramentas ajudam, pois trazem um cliente mais direcionado, mas podem atrapalhar e confundir o consumidor. Às vezes, uma foto pode deixar o cliente insatisfeito, se mal tirada”, explica.

Para quem pretende seguir carreira ou melhorar seu desempenho profissional é necessário investir em treinamento e buscar informações. “Hoje, a profissão do corretor mudou. Ele é um profissional de mercado. Alguns, por exemplo, compraram notebooks, smartphones, câmeras digitais mais preparadas, fizeram cursos especializados, etc.”, ressalta Neaime.

Dicas

Para quem está na profissão, confira algumas dicas e mãos à obra!

– Encare a corretagem de imóveis como uma profissão que precisa de atualização, dedicação e investimentos em formação, seja ela especializada ou em atendimento ao cliente;

– Mantenha sua postura séria, ética e passe segurança ao cliente, tanto na compra, como na locação;

– Entenda as necessidades dos clientes, assim como seu perfil. O que é bom para um, pode não ser para o outro;

– Faça da tecnologia uma aliada! Invista em uma boa máquina fotográfica e tome cuidado na hora de fotografar os ambientes. Uma foto mal tirada, desfocada e poluída pode desinteressar o cliente;

– Levante as informações sobre o cliente, como o melhor horário para uma ligação, visita ou mesmo para um bate-papo. Evite excesso de ligações em horários inadequados;

– Quando possível, tente contato com o cliente via e-mail para passar mais detalhes sobre os imóveis, como fotos e plantas. Às vezes, o contato online pode ser mais eficaz e rápido no dia a dia.

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Por: Agência Contatto Comunica-nos

Faça uma guirlanda de Natal com filtro de papel usado


Faça uma guirlanda de Natal com filtro de papel usado

A arte, que foi elaborada pela artesã Rosely Ferraiol com filtros de papel usados, faz parte do Projeto “Eu Amo Arte”, iniciativa da Melitta, empresa pioneira na fabricação de filtros de papel, que visa empregar o material usado como matéria-prima na produção de objetos de arte, de forma criativa e inovadora, ensinada em videoaulas.

Artesã Rosely Ferraiol e a guirlanda com filtros de papel usados

Passo a passo da guirlanda de Natal:

Lista de material
– Argola de isopor 40 cm de diâmetro tingida na cor dourada
– Corantes à base de água na cor verde ou vermelha (cores que remetem ao Natal)
– Bolinhas de natal vermelhas
– Cola quente
– Tela de algodão dourada
– Laço grande de fita telada de algodão dourada
– 20 Filtros usados

1 – Separe 20 filtros secos, usados e lavados

 

2 – Faça um rolinho com todos os filtros juntos e molhe a ponta desse rolinho de filtros em um recipiente com corante na cor verde ou vermelha

 

3 – Para que o tingimento aconteça de forma degradé, deixe o rolinho de filtros mergulhado no recipiente com o corante durante um dia todo. O corante será sugado pelo filtro de papel de forma gradativa

 

4 – Assim que tingidas, separe as folhas e as deixe secar. Assim que estiverem secos, rasgue com as mãos a dupla costura dos filtros de papel por completo, transformando em um material rústico. Retire também o lado arredondado

 

5 – Em seguida, abra o filtro e rasgue-o no meio, transformando o material em dois pedaços de filtros de papel tingidos

6 – Pegue algumas telinhas de algodão douradas e as corte em quadrados no tamanho dos pedaços de filtros de papel
7 – Coloque o tecido em cima de um pedaço de filtro de papel trabalhado, e com o dedo segurando a metade do material torça e deixe-o em um formato de flor. Faça esse procedimento em 20 peças
8 – Feito isso, pegue a cola quente e cole uma bolinha vermelha no centro da metade da flor verde com telinha. Repita esse processo com as demais 20 peças
9 – Pegue o isopor no formato de argola, que deverá estar tingido na cor dourada, e cole com a cola quente cada uma das flores já com a bolinha vermelha uma seguida da outra. Nos espaços vazios, coloque as flores sem as bolinhas de forma preencher a guirlanda por completo
10 – Para finalizar, cole o laço de fita tela dourado no topo da guirlanda para dar o acabamento final

Tomada com cronômetro evita desperdício de energia


Tomada com cronômetro evita desperdício de energia

Você sabia que deixar o carregador do celular ou de qualquer outro aparelho conectado na tomada mesmo após a recarga ter terminado é desperdício de energia? No universo do design, já existem ideias para solucionar problemas como este.

Uma delas é o “Dialug”, tomada criada pelos designers Dan Bee Lee, Jang Soo Kim, KyoYeon Kim e WooRi Kim.

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A entrada do dispositivo funciona como um cronômetro analógico. Após colocar o eletrônico e girar a tomada no sentido horário, o contador se move de acordo com o tempo estabelecido e, ao final do período, corta a passagem de energia automaticamente.

Para que a corrente fique permanentemente aberta, basta girar a tomada no sentido anti-horário. Já a entrada de baixo funciona como qualquer outra, dando a possibilidade de utilizar o equipamento da forma que for mais conveniente.

No entanto, a opção mais simples e ao alcance de todos ainda é desligar os aparelhos da tomada assim que terminarem de ser carregados. O mesmo vale para televisores, aparelhos de som, impressoras e outros eletroeletrônicos que costumam ficar 100% do tempo na tomada. O modo stand by também consome energia e é considerado um “ladrão de energia”. Evitar esse tipo de desperdício pode gerar uma economia de cerca de 10% na conta de luz.

Fonte: Super Interessante – Blog Ideias Verdes