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Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?


Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?Google Street View e fotos detalhadas dos imóveis mudam relacionamento entre clientes e corretores. Saiba como se adaptar ao universo digital!

corretorEm uma rápida busca no Google, utilizando um smartphone, é possível achar diversas opções de imóveis na Internet com fotos, informações de preço e valor aproximado de condomínio. Acessando as redes sociais também é fácil encontrar detalhes sobre apartamentos, casas, salas comerciais e quaisquer outras informações sobre imóveis, inclusive, contato de corretores que criaram suas páginas para facilitar o relacionamento com o cliente.

Mais do que isso, é pelo Google Street View e Google Maps que muitos consumidores buscam detalhes, como localização, vizinhança, distância entre os pontos de interesse, condições de conservação do imóvel, etc. Depois de passar por estas buscas, ai sim o cliente determina se fará contato com o corretor para ter outras informações do imóvel. Os tempos mudaram? Sim, e a forma de procurar um imóvel também.

Uma recente pesquisa realizada pela Imovelweb mostra que nos últimos cinco anos, a busca por imóvel através da internet aumentou de 3% para 10%. Isso indica que a internet e as redes sociais estão se tornando importantes fontes de informações para aqueles que querem adquirir um imóvel. “Hoje, 99% dos clientes vêm de uma situação online, com todas as informações já checadas. Antigamente, o cliente não tinha acesso, o máximo era o classificado do jornal aos domingos. Hoje em dia é possível saber detalhes da localização à simulação de financiamentos”, afirma o diretor da Qualitty Imóveis, Fabiano Neaime.

Com esse processo tecnológico, surge um novo desafio: Como os profissionais do mercado imobiliário devem agir diante dessa mudança? Segundo Neaime, o corretor de imóveis precisa ter um diferencial no atendimento, conhecer muito bem o mercado e ter postura para transmitir segurança ao cliente. “Nem sempre os consumidores têm todas as informações corretas em mãos e, por isso, é importante que o profissional saiba sobre o assunto com profundidade. As ferramentas ajudam, pois trazem um cliente mais direcionado, mas podem atrapalhar e confundir o consumidor. Às vezes, uma foto pode deixar o cliente insatisfeito, se mal tirada”, explica.

Para quem pretende seguir carreira ou melhorar seu desempenho profissional é necessário investir em treinamento e buscar informações. “Hoje, a profissão do corretor mudou. Ele é um profissional de mercado. Alguns, por exemplo, compraram notebooks, smartphones, câmeras digitais mais preparadas, fizeram cursos especializados, etc.”, ressalta Neaime.

Dicas

Para quem está na profissão, confira algumas dicas e mãos à obra!

– Encare a corretagem de imóveis como uma profissão que precisa de atualização, dedicação e investimentos em formação, seja ela especializada ou em atendimento ao cliente;

– Mantenha sua postura séria, ética e passe segurança ao cliente, tanto na compra, como na locação;

– Entenda as necessidades dos clientes, assim como seu perfil. O que é bom para um, pode não ser para o outro;

– Faça da tecnologia uma aliada! Invista em uma boa máquina fotográfica e tome cuidado na hora de fotografar os ambientes. Uma foto mal tirada, desfocada e poluída pode desinteressar o cliente;

– Levante as informações sobre o cliente, como o melhor horário para uma ligação, visita ou mesmo para um bate-papo. Evite excesso de ligações em horários inadequados;

– Quando possível, tente contato com o cliente via e-mail para passar mais detalhes sobre os imóveis, como fotos e plantas. Às vezes, o contato online pode ser mais eficaz e rápido no dia a dia.

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Por: Agência Contatto Comunica-nos

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Projeto de Corredor Ecológico já tramita na ALMG


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Deputado Fred Costa apresenta proposta de criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, uma reivindicação de ambientalistas e estudiosos do assunto que querem a preservação ambiental e a garantia da sobrevivência de espécies da fauna e da flora do ecossistema da área Sul da RMBH.

Já está na Comissão Constituição e Justiça da Assembleia de Minas, desde o último dia 14 de outubro, o Projeto de Lei nº 4.590/2013, de autoria do deputado estadual Fred Costa (PEN) (foto), que dispõe sobre a criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca. O relator é o deputado Dalmo Ribeiro Silva e o deputado Fred Costa se articula dentro da ALMG para que o projeto seja votado ainda esse ano.

A criação do corredor ecológico (CE) ligando o ecossistema do Rio Paraopeba ao ecossistema do Rio das Velhas, em Nova Lima, é uma reivindicação de ambientalistas e dos associados da Associação para Proteção Ambiental do Vale do Mutuca (Promutuca) que têm se empenhado para garantir a proteção e preservação da fauna e a biodiversidade na região. Ambientalistas e estudiosos do assunto creditam que a criação desses corredores entre as áreas de preservação ambiental é o único feito que poderá garantir a sobrevivência de espécies – ou o que restou delas – e da flora do ecossistema da área Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O projeto

No projeto, o deputado Fred Costa, quer que “fique reconhecido e instituído o Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, em conformidade com o inciso XIX, do art. 2º, da Lei Federal n° 9.985, de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, e institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza”.

Para Fred Costa, a criação do corredor ecológico do Vale da Mutuca é de suma importância para a preservação da fauna, biodiversidade e do meio ambiente como um todo. “Abracei esta ideia, pois acredito que é a maneira mais eficaz de preservar a biota que interliga as bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba. Ao se reconhecer o Vale do Mutuca como corredor ecológico resguardar-se-á a vegetação florestal presente sob o viaduto da bacia do Córrego do Mutuca, a própria a Bacia, a mata ciliar presente no entorno do Córrego do Mutuca, o lençol freático da Bacia e as águas da Bacia do Córrego Mutuca. Os corredores ecológicos reconhecidos são uma vitória para a população de uma maneira geral já que proporcionam e resguardam o deslocamento de animais, a dispersão de sementes, o aumento da cobertura vegetal e o bem estar das populações de sua área”, afirmou o deputado.

Objetivos

O projeto em tramitação na ALMG define os seguintes objetivos: “propiciar a interligação entre as Bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba; propiciar a preservação ambiental da Bacia do Córrego do Mutuca; preservar o ecossistema local do Vale do Mutuca; proteger o meio ambiente e o patrimônio natural e paisagístico do Vale do Mutuca; preservar os recursos hídricos do município de Nova Lima; impedir a contaminação do lençol freático da Bacia do Córrego do Mutuca; impedir a contaminação das águas da Bacia do Córrego do Mutuca; permitir a conectividade entre fragmentos de áreas naturais; inter ligar as unidades de conservação; possibilitar entre as unidades de conservação o fluxo de genes e o movimento da biota; facilitar a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas; mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas; proporcionar o deslocamento de animais, a dispersão de sementes e o aumento da cobertura vegetal e proporcionar o bem-estar das populações de sua área”.

Para garantir o sistema de gestão do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, o deputado defende a composição de “forma colegiada e paritária, pelas autoridades públicas estaduais e representantes de entidades ambientalistas não governamentais, entidades de classe, de empresas e de condomínios residenciais inseridos no corredor”, enfatiza.

Fonte: Jornal do Belvedere