Quem defende a …


Quem defende a violência é tão violento quanto quem pratica….traz dentro de si o vírus da maldade….só esperam uma oportunidade para se multiplicarem…
by P.H

Sobre a violência e os violentos….

Minha mulher me…


Minha mulher me conta cada causo….show de bola…adoro esse momento ….só quem conhece sabe o quanto ela fala….kkkkkk
Fala da vida dos outros…fala da nossa vida….fala de tudo um pouquinho…troca de assunto instantaneamente….quando eu penso que é um assunto…já pulou pra outro…e assim entre a visita no salão…a amiga e seu filho…escola…trabalho e novela…minhas noites são preenchidas de pedacinhos de convivência….de estórias fantásticas do cotidiano feminino…Um HOMEM não precisa de uma mulher pra ser feliz é verdade…mas com certeza a felicidade fica muito mais perfumada na CIA de uma MULHER…..

Casos e causos

Entre dormir e acordar


Eu ia escrever um trem aqui…..mas lembrei que preciso dormir….amanhã se eu me lembrar de escrever …escreverei….se não…escrevo outro dia….afinal…escrever não pode ser uma obrigação…escrever tem que ser um prazer…dormir é melhor que escrever….dormir é melhor que ler…dormir é um privilégio….dormir só não é melhor que fazer amor…dormir só não é melhor que acordar….na verdade dormir é pior que muita coisa…mas na falta de coisas melhores…o melhor é dormir…ruim é dormir no ponto….mas bom mesmo é acordar no ponto de bala….quem nunca dormiu com vontades…mas sabe como é bom acordar e ter todas as vontades saciadas…eu odeio dormir….mas adoro acordar…a cor dar….dar cor a dor….doar a cor a dor….tirar da dor a cor…corar…coração….deitar na cor e colorir a dor….rir da cor …e dar cor a cor….dormir é nada mais que acordar pros sonhos…escrever é ler os sonhos que já foram lidos…na leitura dormimos pra ler os sonhos que um dia vamos escrever…Amigos virtuais

7 DICAS PARA QUEM QUER INVESTIR EM IMÓVEIS


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Quer investir em imóveis?

O investimento em imóveis é um dos preferidos dos investidores brasileiros há muito tempo. Segundo pesquisa da Franklin Templeton, 26% dos entrevistados mostraram preferência por este tipo de investimento. No entanto, a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA) aponta que é muito importante focar em detalhes e pesquisar bem para fazer um bom investimento imobiliário e evitar problemas desnecessários no futuro. A entidade listou sete dicas para quem pretende investir em imóveis.

1 – Coloque todas as despesas no papel

“Reflita o quanto pode investir para adquirir um imóvel. O ideal é que as parcelas não comprometam mais do que 30% da renda familiar. Além disso, é bom ter um dinheiro guardado para se precaver contra uma eventualidade”, explica a associação.

2 – Faça uma pesquisa sobre a construtora

A AMSPA recomenda que seja feita uma pesquisa sobre a idoneidade da construtora, com pedido de seu CNPJ e consulta ao Procon. Também é importante verificar os registros no CREA do engenheiro e do arquiteto responsáveis pelo imóvel.

3 – Formalize a proposta

Outra recomendação é que a proposta seja formalizada, com todos os detalhes que foram prometidos pelo corretor, como preço, prazo, forma de pagamento, reajustes, entre outros.

4 – Guarde tudo

É importante se prevenir contra promessas que não sejam cumpridas ou propagandas enganosas, e para isso é bom guardar de tudo: folders, anúncios, fotos da maquete, do estande e do espaço interno.

5 – Avalie o potencial de rentabilidade

“Avalie o potencial de rentabilidade do negócio na região, ou seja, se a área escolhida apresenta chances de valorização. Para isso é fundamental analisar o bairro, seu zoneamento (se é possível alugar o local para fins comerciais), segurança, acessos, opções de transporte público e disponibilidade de serviços no entorno”, aconselha a AMSPA.

6 – Conheça o espaço

Essa dica é para imóveis usados, é importante conhecer o local, conversar com os vizinhos e verificar se o bem encontra-se ocupado também.

7 – Imóveis mais baratos podem se valorizar mais

“Lembre-se que um imóvel mais barato e simples tem um potencial de valorização muito maior do que imóveis de luxo ou empreendimentos maiores”, finaliza a associação.

Se recusa a vender casa e torna real história de sucesso da Disney


americana

Americana se recusa a vender casa e torna real história de sucesso da Disney. Caso de uma senhora que aos 82 anos rejeitou oferta milionária para se desfazer do imóvel onde vivia lembra o enredo da animação ‘UP! Altas Aventuras’

Edith recusou oferta milionária e construtora teve que adaptar projeto de shopping para manter sua casa no lugar (Reprodução/Internet/Roadtrippers)
Edith recusou oferta milionária e construtora teve que adaptar projeto de shopping para manter sua casa no lugar

Quem não lembra da emocionante história de Carl Fredricksen, contada na animação “UP! Altas aventuras”, criada pela Disney-Pixar em 2009? Na ficção, um ex-vendedor de balões de 78 anos se recusa a deixar a singela casinha em que mora, e onde viveu uma linda história de amor com sua querida Ellie, para dar lugar à construção de enormes prédios.

Coincidência ou não, alguns anos antes de UP! uma história parecida foi vivida por Edith Macefield, uma senhora que aos 82 anos rejeitou vender a sua antiga casa, mesmo após oferecerem a ela US$ 1 milhão pelo imóvel. As informações são do site norte-americano Road Trippers.

                                           Veja mais fotos da casa de Edith Macefield

Edith e sua mãe sempre viveram na mesma casa, em Ballard, Seattle, nos Estados Unidos. Ao longo dos anos, perceberam a chegada do progresso, com a transformação das antigas casas em lojas e grandes edifícios. Não demorou muito para que as construtoras tentassem fazer o mesmo com a casa de Edith, oferecendo enormes quantias pelo imóvel. De tanto ela se negar a vender a propriedade, as ofertas chegaram a valores milionários, mas ela permaneceu firme em seu propósito.

 (Reprodução/Internet/Roadtrippers)

Assim como o Carl Fredricksen, o personagem do desenho, Edith também mantinha um apego emocional muito grande à casa. A mãe morrera na casa e era lá que pretendia viver até seus últimos dias, justificava ela sempre que perguntada sobre o motivo da recusa.

Após muitas negativas, a construtora interessada no imóvel não teve outra opção, senão adaptar o projeto arquitetônico de um shopping, construindo ao redor da pequena casa. A obra foi levantada, mas o projeto precisou de um grande vão, para manter intacta a casa de Edith.

 (Henry Gales/Flickr)

Também como no desenho, Edith fez um amigo inesperado: Barry Martin, que na época da construção chefiava a obra. Mesmo com tudo para não se darem bem, eles fizeram uma boa dupla. Martin a ajudava com as medicações e outras tarefas diárias. O amigo a acompanhou até seus últimos dias, em 2008, quando Edith faleceu aos 87 anos, vítima de um câncer.

Inspirada pela lealdade de Martin, a senhora deixou para ele sua preciosa casa. A residência permanece até hoje no mesmo local e passou apenas por algumas reformas, como a troca das janelas e melhorias no jardim.

Assim como Carl Fredricksen, personagem do desenho, a senhora também mantinha um forte apego emocional à casa (Pixar/Divulgação)
Assim como Carl Fredricksen, personagem do desenho, a senhora também mantinha um forte apego emocional à casa

A persistência fez com que Edith se tornasse uma espécie de heroína local. Sua casa e história foram inspirações para a construção de pequenas casas na região, tatuagens e até um festival de música.

Fonte: Ciclo Vivo