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O que esperar do mercado imobiliário para 2014


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O ano de 2013 está terminando e nossos resultados foram muito gratificantes, o COMPRENAPLANTA.NET fechou grandes parcerias e ajudou muita gente a realizar o sonho de ter a casa própria.

Para 2014 as expectativas são as melhores possíveis, com previsões de grandes lançamentos e excelentes oportunidades.

Queremos agradecer aos nossos clientes, parceiros e amigos, pois sem eles seria impossível manter a empresa em ritmo de crescimento num mercado tão competitivo como este.

Selecionamos abaixo 6 perspectivas para 2014 segundo o site da INFOMONEY que acreditamos ser de fato uma realidade para o nosso mercado em 2014.

São elas:

1 – Preços dos imóveis devem cair em algumas regiões.

De acordo com o relatório do Comitê, divulgado na última quinta-feira (5), em 2014, os preços dos imóveis devem cair em algumas regiões do país. A queda deve ser observada, especialmente, nas capitais onde os estoques de imóveis são muito altos, em relação à demanda. Como exemplos, o relatório cita as cidades de Manaus, onde o estoque é aproximadamente três vezes maior que a demanda; Salvador, que tem estoque perto de 2,7 vezes a demanda; além de Brasília, Vitória (ES) e de algumas cidades do Centro-Oeste, que já estariam mostrando quedas de preços devido ao excesso de estoque contra a demanda e também pelo fato de que algumas empresas estariam abandonando esses mercados e liquidando estoques.

2 – São Paulo e Rio de Janeiro, contudo, devem continuar observando alta.

Ainda que uma parte das cidades brasileiras observem quedas nos preços em 2014 e, na média nacional, a maior parte dos membros do Comitê acredita que os valores dos imóveis deverão variar em taxa equivalente ou ligeiramente inferior à observada em 2013, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro não devem acompanhar tal comportamento.

Em São Paulo, os preços devem sofrer o impacto do Plano Diretor Estratégico. O comitê acredita que os preços dos terrenos na capital paulista podem sofrer crescimento acentuado, o que, combinado com o novo patamar de outorga onerosa (pelo crescimento expressivo dos valores dos terrenos na planta geral de valores – valor venal) deve impactar pra cima os preços dos lançamentos.

Já no Rio de Janeiro, o bloqueio de aprovações em áreas de expansão da cidade é um dos fatores do encarecimento. “A escassez de áreas para novos empreendimentos pode provocar aumento de preços de terrenos, impulsionando os preços dos imóveis no lançamento, que acabam servindo de benchmark para o mercado.”

3 – No geral, os preços dos terrenos devem continuar impactando os preços dos imóveis.

No geral, quando se fala dos fatores que mais influenciam os preços dos imóveis, em 2014, a combinação de terrenos e outorgas onerosas devem continuar sendo os mais expressivos na formação dos preços. Em seguida, de acordo com o relatório, aparecem: custos de construção, custos do capital investido (efeito da taxa referencial de juros para cima), margens de segurança na formação dos preços ofertados e crescimento das margens de resultado dos empreendedores.

Para este ano, a análise ficou da seguinte forma: 66% dos consultados creditam a alta dos preços dos imóveis em 2013 aos fatores estruturais (terrenos, outorgas onerosas e custos de construção); 17% responsabilizam a imposição de margens de segurança; 11% dizem que foram os custos do capital investido e 6% opinam que as margens de resultado foram as responsáveis pelo aumento dos preços este ano.

4 – Perfil dos imóveis não deve mudar.

Segundo 97% dos consultados para a elaboração do relatório, o perfil dos imóveis lançados em 2014 devem manter as mesmas características apuradas em 2013, “com eventual ajuste para baixo”. Ainda de acordo com o documento, a alternativa de diminuir o tamanho das unidades, para ajustar o preço do imóvel à capacidade de pagamento do mercado, estaria se esgotando.

Entretanto, há evidências de que em grandes centros metropolitanos, os produtos menores não devem desaparecer. Isso porque eles seriam necessários para atender à formação de famílias com menor número de filhos e do crescente número de idosos buscando modelos mais adequados ao momento de vida.

Por outro lado, em localizações mais afastadas dos pólos de trabalho verifica-se a tendência de imóveis com dimensões mais confortáveis. Isso também acontece em cidades satélites nas regiões metropolitanas e em cidades conhecidas como dormitórios, como é o caso de Guarulhos em São Paulo.

5 – Velocidade das vendas deve ser mais moderada.

Conforme o relatório, a velocidade de absorção dos empreendimentos residenciais, em 2014, acompanhará o desempenho de 2013, com viés para baixo. O motivo é que muitas empresas têm optado por vendas mais lentas e preços mais sustentáveis.

No que diz respeito à oferta em número de unidades, o documento também aposta em padrão equivalente a 2013. A ressalva seria a cidade de São Paulo, que pode apresentar contração por conta dos preços dos terrenos da reação dos empreendedores ao Plano Diretor estratégico.

Já sobre a demanda, 75% dos consultados opinam que a busca por imóveis residenciais em 2014 manterá padrão equivalente ao crescimento populacional.

6 – Crédito imobiliário deverá espelhar 2013.

Por fim, as previsões para o crédito imobiliário para aquisição é de que a busca, no ano que vem, deve continuar no mesmo patamar de 2013. Segundo os corretores, a proporção de transações percebidas no mercado é de um para três.

Embora este ano tenha havido uma desaceleração nos lançamentos imobiliários em Belo Horizonte e para 2014 as expectativas sejam de estabilidade, ainda assim o setor se mantém otimista. Na avaliação do presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Evandro Veiga Negrão de Lima, “o mercado se autoajusta e a demanda por moradia continua forte”.

Para entender e subsidiar o mercado imobiliário em Belo Horizonte, a entidade compilou dados de uma pesquisa específica sobre lançamentos, realizada pela empresa Geoimóvel. O primeiro resultado, referente a 2012, indicou que 80% dos imóveis residenciais de 114 empreendimentos foram vendidos. De um total de 4.754 unidades lançadas, restaram 854 para venda. “ um estoque saudável”, observa Negrão de Lima, ressaltando que não houve encalhe nem esvaziamento, o que poderia significar vendas a menor preço.

Por segmento, os imóveis com dois quartos foram os que apresentaram o maior volume de lançamentos no ano passado, chegando a 2.345 unidades. Destas, 2088 foram comercializadas, superando os de três quartos, com 1.849 unidades lançadas e 1.401 vendidas e os de quatro dormitórios, com 551 lançamentos e 406 unidades negociadas. No ano passado foi registrado apenas um empreendimento com um quarto e nove unidades, restando quatro em estoque.

A média dos preços dos imóveis lançados no ano passado foi de R$ 5.074,43 o metro quadrado, sendo o de quatro quartos o de mais alto valor, R$ 6.401,06. O mais baixo foi percebido em imóveis de dois quartos, com R$ 4.094,41 o metro quadrado. No segmento comercial foram apurados 18 novos empreendimentos, com 1.547 unidades e 1.106 vendas. Para Negrão de Lima, esse estoque, de 441 unidades, também é considerado uma boa margem. O valor médio do metro quadrado foi de R$ 9.122,14.

Projeções – Segundo o dirigente, ainda não há dados referentes a 2013 que permitam uma comparação em relação a 2012. No entanto, o mercado observou que este ano houve uma ligeira queda de lançamentos em relação ao ano passado, decorrente, segundo ele, “da redução do número de projetos aprovados pela Prefeitura de Belo Horizonte”.

Segundo o dirigente da entidade, a demanda por lançamentos este ano continua praticamente a mesma do ano passado na capital mineira, embora o consumidor esteja mais cauteloso e, em virtude de preços, têm optado por imóveis prontos e usados.

Para 2014, as expectativas são de manutenção do mercado nos mesmos patamares deste ano, apesar de grandes desafios como um carnaval em março, adiando o período de tomada de decisões; a Copa do Mundo de futebol, em julho e, ainda, as eleições gerais em outubro.
*Publicado em 22 de novembro / Diario do Comércio

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Apartamento 4 quartos no bairro do Carmo – Mont Serrat – Canopus


Apartamento 4 quartos no bairro do Carmo – Mont Serrat – Canopus 

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Ao lado de shoppings e comércios – com acesso fácil a bancos, supermercados, padarias, lavanderias, colégios, escolas de natação, idiomas, etc. Aptos de 162 m², 4 quartos, sendo 2 suítes e 2 semissuítes, varanda, 3 vagas de garagem e lazer completo.

Clique nas fotos para ampliar:

Investimento no setor hoteleiro de BH – BRISTOL CENTER


Investimento no setor hoteleiro de BH vai muito além da demanda para a Copa do Mundo Construtoras de imóveis residenciais apostam no segmento e acreditam que há espaço para crescer com a capital se consolidando no turismo de negócios

 

 

testeHá mais de 10 anos não se via um hotel ser erguido em Belo Horizonte. Por ser um empreendimento caro, torna-se desafio emplacar um projeto. O cenário mudou temporariamente com a Lei Municipal 9.952, de 2010, voltada para a Copa do Mundo, que aumentou em até cinco vezes o potencial construtivo dos terrenos, tornando possível a ocupação de áreas nobres, inclusive, onde o preço do metro quadrado inviabilizava o investimento. A iniciativa que vai elevar a oferta de leitos para turistas chegou ao fim, mas as construtoras que enxergam além do evento esportivo já esperam uma nova oportunidade para ajudar a cidade a se consolidar como capital do turismo de negócios.

Somam-se hoje 34 empreendimentos hoteleiros em construção na cidade. “Vamos ter um ciclo novo de ofertas e a demanda vai se adequando a partir daí, mas os melhores hotéis vão manter uma boa performance mesmo depois da Copa do Mundo”, aposta o consultor estratégico na área de desenvolvimento de novos hoteis Maarten Van Sluys, da JR & MvS Consultores Especializados. O especialista acredita que prédios modernos, bem localizados e com preço convidativo devem atrair hóspedes sem depender da movimentação gerada por grandes eventos. Os hotéis antigos, por outro lado, poderão ter dificuldade para se manter na ativa, já que a concorrência ficará mais acirrada.

BRISTOL CENTER HOTEL

Minas Gerais é o segundo polo turístico do Brasil. Um estado com estabilidade e grande expectativa de crescimento nos próximos anos. Sede dos jogos da Copa das Confederações em 2013, será destaque na organização da Copa do Mundo de 2014. Belo Horizonte tem o quarto maior PIB entre os municípios brasileiros.

Fundada há 25 anos em Minas Gerais, a Rede Bristol de Hotéis é referência em tradição, qualidade e comodidade. Com mais de 20 hotéis em construção no país, até 2014, a rede tem capital 100% nacional e tem oferecido a seus investidores alta rentabilidade, taxa de ocupação acima da média do país e baixo custo operacional, além de toda a credibilidade, transparência e a confiança da marca Bristol.

BODAS DE PRATA! 25 ANOS ADMINISTRANDO HOTÉIS NO BRASIL

 

Clique aqui para conhecer o BRISTOL CENTER HOTEL

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O Bristol Center Hotel é conveniado com as maiores empresas do país, o que garante ocupação durante todo o ano.

As outras bandeiras internacionais te mostram a simulação da ocupação, diária e rentabilidade. A mineira Rede Bristol te apresenta a realidade. Acompanhe os gráficos das unidades Bristol já existentes em Belo Horizonte.

A Rede Bristol faz parte da Allia Hotels, a maior rede brasileira de hotéis.

Com mais de 60 anos de experiência acumulada, a Allia Hotels conta com 34 hotéis em operação, mais de 3.000 unidades habitacionais (UHs) e cerca de 1.600 colaboradores. Em número de hotéis, está posicionada como a terceira maior rede do país, com presença em cinco estados brasileiros: Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, além do Distrito Federal.

A Allia Hotels traçou um plano ousado de expansão, com a captação de cerca de R$ 1 bilhão para, até o fim de 2015, operar 80 hotéis, com a abertura de novos empreendimentos e a modernização dos atuais.

INVESTIDOR

Saiba porque investir no Bristol Center Hotel.

  • Arquitetura
    O Bristol Center Hotel se tornará o referencial arquitetônico da região.
  • Perto de tudo
    A localização é estratégica, de fácil acesso aos principais corredores de tráfego e com facilidade de deslocamento para toda a cidade.
  • Eventos
    Os eventos internacionais que se aproximam colocarão a cidade em evidência mundial, no centro dos acontecimentos. E Belo Horizonte, hoje, já é um importante centro de feiras e congressos.
  • Turismo de negócios
    Há uma crescente demanda por hospedagem em hotéis em Belo Horizonte, resultado do turismo de negócios, que aumenta a cada ano. Estar próximo dos locais de eventos e das facilidades de transporte que existem no entorno é um excelente benefício.
  • Vantagens
    Além de estar numa região carente de novos hotéis, o Bristol center Hotel tem o melhor preço entre os lançamentos hoteleiros da sua categoria. É o respeito a você, ao seu bolso, ao seu investimento. Porque só quem compra bem pode ter o melhor retorno.

Bristol Center Hotel. Onde todo mundo vai estar e você também não pode perder.

Boulevard Arrudas com Carijós, ao lado do Parque Municipal.

Para quem viaja a trabalho, é fundamental evitar perder tempo com grandes deslocamentos. O Bristol Center Hotel fica próximo de tudo e ao lado dos principais corredores viários da cidade:

  • Ao lado do Parque Municipal, do Palácio das Artes, da Serraria Souza Pinto e da área hospitalar.
  • Próximo da Praça da Estação, da Estação Central do Metrô, do Museu de Artes e Ofícios, da Praça Sete, da Prefeitura e dos Correios.
  • Próximo aos shoopings Boulevard, DiamondMall, Cidade e dos principais bancos, bares, restaurantes, universidades e supermercados.
  • A poucos minutos da Rodoviária de Belo Horizonte e do Mercado Central.
  • Localizado na Linha Verde e com fácil acesso ao Aeroporto de Confins.

A localização é um grande diferencial do Bristol Center Hotel.

  • 16 pavimentos
  • Área construída de 11.465 m²
  • 200 apartamentos
  • Internet banda larga e wireless livre em todo o Bristol Center Hotel
  • Equipe capacitada, envolvida no atendimento 24 horas
  • Fitness Center
  • Salões para eventos
  • Estrutura completa para convenções, palestras e seminários, com 340 m²
  • Restaurante de cozinha internacional
  • Cobertura com piscina de borda infinita
  • Apartamentos confortáveis e espaçosos
  • TV a cabo
  • Café da manhã com quitutes mineiros – incluído na diária
  • Serviço de lavanderia
  • Garagem coberta rotativa
  • Espaço sob o Viaduto Santa Tereza
  • Paisagismo imponente
  • Obras iniciadas

 

 

Projeto de Corredor Ecológico já tramita na ALMG


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Deputado Fred Costa apresenta proposta de criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, uma reivindicação de ambientalistas e estudiosos do assunto que querem a preservação ambiental e a garantia da sobrevivência de espécies da fauna e da flora do ecossistema da área Sul da RMBH.

Já está na Comissão Constituição e Justiça da Assembleia de Minas, desde o último dia 14 de outubro, o Projeto de Lei nº 4.590/2013, de autoria do deputado estadual Fred Costa (PEN) (foto), que dispõe sobre a criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca. O relator é o deputado Dalmo Ribeiro Silva e o deputado Fred Costa se articula dentro da ALMG para que o projeto seja votado ainda esse ano.

A criação do corredor ecológico (CE) ligando o ecossistema do Rio Paraopeba ao ecossistema do Rio das Velhas, em Nova Lima, é uma reivindicação de ambientalistas e dos associados da Associação para Proteção Ambiental do Vale do Mutuca (Promutuca) que têm se empenhado para garantir a proteção e preservação da fauna e a biodiversidade na região. Ambientalistas e estudiosos do assunto creditam que a criação desses corredores entre as áreas de preservação ambiental é o único feito que poderá garantir a sobrevivência de espécies – ou o que restou delas – e da flora do ecossistema da área Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O projeto

No projeto, o deputado Fred Costa, quer que “fique reconhecido e instituído o Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, em conformidade com o inciso XIX, do art. 2º, da Lei Federal n° 9.985, de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, e institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza”.

Para Fred Costa, a criação do corredor ecológico do Vale da Mutuca é de suma importância para a preservação da fauna, biodiversidade e do meio ambiente como um todo. “Abracei esta ideia, pois acredito que é a maneira mais eficaz de preservar a biota que interliga as bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba. Ao se reconhecer o Vale do Mutuca como corredor ecológico resguardar-se-á a vegetação florestal presente sob o viaduto da bacia do Córrego do Mutuca, a própria a Bacia, a mata ciliar presente no entorno do Córrego do Mutuca, o lençol freático da Bacia e as águas da Bacia do Córrego Mutuca. Os corredores ecológicos reconhecidos são uma vitória para a população de uma maneira geral já que proporcionam e resguardam o deslocamento de animais, a dispersão de sementes, o aumento da cobertura vegetal e o bem estar das populações de sua área”, afirmou o deputado.

Objetivos

O projeto em tramitação na ALMG define os seguintes objetivos: “propiciar a interligação entre as Bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba; propiciar a preservação ambiental da Bacia do Córrego do Mutuca; preservar o ecossistema local do Vale do Mutuca; proteger o meio ambiente e o patrimônio natural e paisagístico do Vale do Mutuca; preservar os recursos hídricos do município de Nova Lima; impedir a contaminação do lençol freático da Bacia do Córrego do Mutuca; impedir a contaminação das águas da Bacia do Córrego do Mutuca; permitir a conectividade entre fragmentos de áreas naturais; inter ligar as unidades de conservação; possibilitar entre as unidades de conservação o fluxo de genes e o movimento da biota; facilitar a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas; mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas; proporcionar o deslocamento de animais, a dispersão de sementes e o aumento da cobertura vegetal e proporcionar o bem-estar das populações de sua área”.

Para garantir o sistema de gestão do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, o deputado defende a composição de “forma colegiada e paritária, pelas autoridades públicas estaduais e representantes de entidades ambientalistas não governamentais, entidades de classe, de empresas e de condomínios residenciais inseridos no corredor”, enfatiza.

Fonte: Jornal do Belvedere