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Proposta que pode encarecer imóveis em Belo Horizonte


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Prefeitura lança proposta que pode encarecer imóveis em Belo Horizonte

Intenção é nivelar coeficiente de edificação à medida do terreno e cobrar pela área construída excedente. Empresas preveem elevação de despesas.

A Prefeitura de Belo Horizonte lançou no sábado, durante reunião do Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), proposta que, se aprovada, vai modificar radicalmente a lógica de ocupação da cidade e do mercado imobiliário. A ideia do Executivo é que o potencial de construção dos terrenos deixe de pertencer aos lotes e passe a ser público, administrado pela prefeitura, que por sua vez, vai vender o direito de construir. A área para construção de prédios, que hoje está incluída no preço do terreno, seria comercializada à parte, a preços fixados pelo poder público. Assim, ao mesmo tempo que a medida possibilita organizar a ocupação do espaço urbano, o Executivo também cria um novo mecanismo de arrecadação para bancar futuros investimentos financiados por um novo e milionário mercado.

A proposta em discussão precisa ser aprovada pelo Compur e pela Câmara Municipal. O potencial de construção da cidade varia, em algumas regiões pode ser de 1,5, em outras próximo a 3, por exemplo. A ideia é trazer todas as áreas da cidade para o coeficiente 1. Para construir além do mínimo (equivalente à área do terreno), o interessado deverá comprar esses estoques do governo. Com a medida, a área que pode ser construída em um lote cai drasticamente – pode ser reduzida em mais de um terço. Representantes da construção civil acreditam que a medida vai encarecer os imóveis em Belo Horizonte; já a prefeitura aposta que a proposta, se aprovada, vai provocar uma queda de preço dos terrenos, compensando o crescimento no valor da construção.

Em regiões como a área central da cidade é possível a construção de 2,7 mil metros quadrados em uma área de mil metros quadrados. Com a nova lei, o excedente aos mil metros quadrados teriam que ser comprados da prefeitura. A proposta está prevista no Estatuto das Cidades, mas pegou de surpresa o mercado. O principal receio é de que a mudança paralise e encareça o valor dos imóveis que já sofreram forte alta.

Se por um lado o Executivo quer ter nas mãos o ordenamento da cidade, o que é positivo “e faz sentido”, por outro, existem preocupações, observa o presidente da Câmara de Construção da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos. Ele aponta que cidades como São Paulo lançaram mão de medida parecida em corredores determinados, já a Prefeitura de Belo Horizonte quer a medida para toda a cidade. “O que é um enorme volume para ser administrado”, observa. O empresário lembra que a política de controle e venda dos estoques é um projeto complexo, que deve ser público, transparente e com preços definidos. “Projetos mais antigos como a outorga onerosa (mecanismo que permite construir acima do máximo permitido mediante contrapartidas ou pagamento) depois de quatro anos ainda não saíram do papel. Outra questão é a gestão. O tempo não interessa tanto ao poder público, mas deve ser ágil, porque é fatal para a economia.”

Benefícios

Leonardo Castro, secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, explica que a medida proposta pela prefeitura é adotada em diversas cidades do mundo e vai estimular a construção em áreas pulverizadas da cidade, inclusive em regiões onde há pouco interesse. Segundo ele, o preço do estoque segue o do valor do terreno e pode ser reduzido se houver contrapartidas que beneficiem a cidade, ou até no caso de imóveis com uso misto, residencial e comercial, assim como em construções de uso social.

Segundo Castro, os terrenos vão se adequar ao seu novo uso, sofrendo redução de preços e, para evitar que áreas na cidade fiquem subutilizadas, quando há carência de terrenos, ele diz que o poder público tem como recurso elevar progressivamente o valor do IPTU e ainda usar de desapropriação por dívida ativa. “Acreditamos que o preço dos imóveis não será elevado, e os terrenos vão se adequar. Uma área onde era possível construir 40 apartamentos tem um determinado preço, se esse potencial cai 50%, o valor também deve cair”, compara.

O secretário admite que parte do mercado sentiria os impactos da medida. “Quem investiu em terrenos para especulação imobiliária, dentro desse novo conceito pode não obter pela área o valor que pretendia”, admite. Bráulio Garcia, diretor da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), imagina que, se aprovada, a nova medida vai encarecer as construções principalmente em áreas próximas à Avenida do Contorno. Segundo ele, o valor do terreno chega a representar 50% do custo da construção.

Caminho de incertezas

O projeto do Executivo Municipal de Belo Horizonte deve esquentar as discussões que até maio acontecem no Conselho Municipal de Política Urbana (Compur). A política de comercialização de estoques para construção ordena a ocupação do espaço urbano e pode gerar contrapartidas para obras públicas, mas por enquanto, em sua fase inicial, dá um apequena mostra das incertezas sobre a operação do sistema de estoques, uma vez a lei aprovada.

“A proposta da prefeitura ainda precisa ser estudada, mas a princípio o que se propõe é reduzir o potencial de construção não oneroso”, explica Cláudia Leite, conselheira do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-MG) e membro do Conselho de Política Urbana (Compur). Segundo ela, a proposta é legítima e prevista pelo Estatuto das Cidades. O que ocorre é que hoje a prefeitura permite construções sem custo e agora pode passar a cobrar. A especialista pondera, no entanto, que a arrecadação deve ser regulada por fundo que financie obras públicas com amplo controle social. Ela aponta que propostas com essa natureza são uma operação complexa e preocupam sob o ponto de vista da descontinuidade das políticas públicas com trocas de governo. “A grande pergunta é: a prefeitura terá capacidade de gerenciar a medida?”

Para o construtor Ricardo Catão, a medida vai mexer não apenas com o setor mas com a iniciativa privada. “Quem tem um terreno hoje com intenção de construir, depois da aprovação da lei perde essa certeza. Tudo vai depender da quantidade de estoques construtivos disponibilizados no mercado. A cada quatro anos a lei de construção está sendo alterada. A falta de previsibilidade é muito ruim”, critica.

Para o secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro, a prefeitura está preparada para administrar o novo sistema, e sua previsão em lei pode ajudar a continuidade da política por governos seguintes. (MC)

Burocracia tem custo de 12%

Brasília – Incompetência, má gestão, leis confusas e contraditórias, atraso tecnológico: é longa a lista de deficiências que atrasam e encarecem os empreendimentos imobiliários no Brasil. Todo o trâmite de licenciamentos e aprovações, incluindo os gastos com documentação, representam, em média, 12% do valor de um imóvel residencial, segundo estudo divulgado ontem pelo setor. Da compra do terreno à entrega das unidades, o custo da burocracia chega a R$ 18 bilhões por ano. E quem paga essa conta é o consumidor.

Entre os entraves elencados, quatro se destacam, na avaliação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Simão: a “caótica” aprovação de projetos nas prefeituras; a falta de padronização e critério nos cartórios; o imbróglio do licenciamento ambiental; e mudanças aleatórias em planos diretores. “Da forma como são hoje, esses processos são um desastre. A sociedade paga por algo que simplesmente não serve para nada, estão enxugando gelo”, comentou.

No curto prazo, apesar de números e constatações fortes do estudo, os representantes do setor sabem que pouco podem fazer para mudar esse quadro. No máximo, conquistarão discursos de apoio, como o protagonizado também ontem pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante a apresentação dos dados. “Estamos fazendo a nossa parte”, disse ela. Desde o ano passado, executivos da construção civil têm batido à porta de autoridades para convencê-los da necessidade de reduzir a burocracia, que, segundo definiu o presidente da Cbic, é um “convite à corrupção”.

Acabando com a ineficiência – ou pelo menos minimizando-a -, o prazo de entrega de imóveis poderia ser reduzido em até dois anos, de acordo com o estudo, coordenado pela consultoria americana Booz & Company. Não são raros os exemplos de apartamentos e casas prontos e ociosos à espera de visitas e assinaturas de funcionários de concessionárias de água e luz, por exemplo. Nem mesmo o que se espera como básico, como o registro eletrônico de empreendimentos, se concretizou no país. “Ainda que não consigamos mudar a lei, podemos simplificar o processo”, ponderou o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Rubens Menin. (Por Diego Amorim)

Por: Marinella Castro – Estado de Minas

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Praça da Liberdade, de centro do poder mineiro a ponto de convivência


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Praça da Liberdade, de centro do poder mineiro a ponto de convivência.

As primeiras horas da manhã na Praça da Liberdade são de tirar o fôlego. O local reflete a energia dos assíduos praticantes da caminhada e também daqueles que eventualmente passam por lá, mas que não deixam de apreciar o local. Um dos cartões postais preferidos pelo belo-horizontino, a praça tem uma beleza de encher os olhos, com seus jardins e fontes luminosas, oferece descanso para quem prefere apenas relaxar em um de seus charmosos bancos, e um espaço ao ar livre que é palco de diversos eventos culturais. Ao longo do dia, o cenário é tomado por vários flagrantes de carinho entre os animais de estimação e seus donos, por ciclistas, encontros marcados, paquera entre casais de várias idades e também pela conversa descontraída de jovens.

A praça se especializou em ser palco de muitos amores, como a história romântica da dentista Eliane Rodrigues, de 39 anos, que começou lá, em uma tarde de primavera. “Fui ao local assistir o espetáculo de uma orquestra sinfônica. No meio de tanta gente, um rapaz se aproximou e se apresentou. Depois desse primeiro encontro, passamos a sair juntos várias vezes e estamos casados há 6 anos”, contou. O aposentado Everaldo Souza também tem uma relação de amor com a praça e sabe muito bem como desfrutar do local. “Pela manhã, venho fazer caminhada, prática prioritária no meu dia a dia. O período da tarde é para namorar”, sorriu. Segundo ele, desde que se mudou de Divinópolis, há 7 anos, a área verde se tornou uma grande companheira.

A Praça da Liberdade atrai pessoas de todas as idades. A pequena Manuela Carvalhães, de 1 ano, sente-se em casa perto das palmeiras imperiais. “Moro aqui perto e, quando sobra um tempinho, sempre trago a minha filha para se divertir, porque, além de bonito e reunir muitas crianças, este é um local de socialização”, salientou Patrícia, grávida de 7 meses. Próximo aos pequenos, o aposentado Nivaldo Luz, de 88 anos, que todos os dias vai à praça para ler jornal, diz que a área verde proporciona muitos momentos de descontração. “Adoro observar as pessoas e relaxar a mente e o corpo”, frisou.

Coreto

Quem também guarda histórias é o coreto. Construído em 1923 pelo empresário espanhol Aquelino Edreira Seara, já foi palco de discursos políticos de ex-presidentes como Jânio Quadros e Juscelino Kubtischek, além de autoridades estaduais. Tombado pelo Patrimônio Histórico de Belo Horizonte, o espaço recebeu diversas apresentações musicais. A escadaria que dá acesso ao coreto é o ponto de encontro favorito das amigas Paola, Carla e Samilla. “Aqui a gente conversa e discute sobre diferentes assuntos, desde tarefas escolares a encontros”, disse Samilla.

Jardins

Com traçado e jardins inspirados no Palácio de Versalhes, na França, a Praça da Liberdade reúne em um mesmo espaço diferentes espécies de flores como jasmins, roseiras, hortênsias, canas da índia e lírios, além dos ipês rosa, roxo e amarelo. Na alameda, o visitante encontra palmeiras imperiais e tipuanas. Bióloga e admiradora do local, Carolina Decina contou que, no Brasil, o primeiro exemplar de palmeira imperial foi plantado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro pelo príncipe regente Dom João VI, em 1809. Dessa forma, a palmeira tornou-se o símbolo do império.

A borda da fonte luminosa é formada por ciprestes, enquanto os canteiros espalhados pela praça contam com jasmins, canas da índia, roseiras e hortênsias. Para Carolina, os ipês são os seus preferidos. “Quando em flor são encantadores. Eles dão um toque especial ao local”, disse. Quem também admira a paisagem da Praça da Liberdade é a podóloga Irene Rodrigues. “Essa é a praça que mais gosto, além de ser a mais bonita de Belo Horizonte”. Companheira de caminhada matinal, Consolação Figueiredo concorda com Irene. “A área verde é simplesmente, linda!”, disse.

Semáforo mais antigo de BH

Quem passeia pela Praça da Liberdade não imagina que, entre as belas palmeiras imperiais e tendo ao fundo o Palácio da Liberdade, já circularam muitos carros. Prova disso é a existência de um antigo semáforo, ainda em funcionamento, situado entre a praça e a avenida João Pinheiro, antiga Liberdade. Instalado em julho de 1929, quando era chamado de pisca-pisca, é o primeiro dispositivo da capital mineira e faz parte do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Liberdade. A história do semáforo até hoje desperta a curiosidade de quem frequenta a praça. “Interessante saber a história desse semáforo. Ele é, realmente, diferente dos equipamentos atuais”, relatou a estudante Samilla Diniz.

Feira Hippie

Na memória dos moradores da cidade, ficou a lembrança dos tempos áureos de quando a Feira de Artes e Artesanato de Belo Horizonte, a famosa Feira Hippie, era realizada na Praça da Liberdade. Tudo começou em 1969 com um movimento cultural, envolvendo, principalmente, artistas plásticos que, semanalmente, expunham seus trabalhos. Em 1991, devido às proporções alcançadas, a feira foi transferida para a avenida Afonso Pena, no Centro, onde permanece até hoje. Morador da capital, o aposentado Tali Barbosa se recorda dos estragos que a feira causava à praça naquela ocasião. “O restante do óleo das frituras feitas nas barracas eram despejadas nos pés das árvores, o que foi bastante nocivo a elas. Mas é um orgulho, depois de tantos anos, ver que a praça continua cada vez mais bela, mesmo com tantas coisas que aconteceram no local”, comemora.

História

A construção da praça foi iniciada na época da fundação da capital mineira, entre 1895 e 1897. Implantada para abrigar a sede do poder mineiro, como o Palácio do Governo e as primeiras secretarias de Estado, os prédios que circulam a praça têm arquiteturas ecléticas, uma mistura dos estilos barroco, clássico e medieval, além de elementos neoclássicos. Vale lembrar que aquela região era o Centro de Belo Horizonte. Entre 1950 e 1960, imóveis modernos foram incorporados ao conjunto, como o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública Luiz de Bessa, ambos projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Em 1980, em estilo pós-moderno, foi inaugurado o prédio conhecido como Rainha da Sucata, onde hoje funciona o Museu das Minas e do Metal.

Nos antigos prédios públicos do entorno da praça hoje funciona o Circuito Cultural Praça da Liberdade, formado por espaços culturais que integram arte, cultura popular, conhecimento e entretenimento. Compõem o circuito o Espaço TIM UFMG do Conhecimento, o Museu das Minas e do Metal e o Memorial Minas Gerais – Vale. Ainda agregam o complexo cultural o Palácio da Liberdade, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Museu Mineiro. Em breve, o prédio da antiga Secretaria de Estado de Defesa Social vai abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte.

O conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade foi tombado em 2 de junho de 1977 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). A medida contempla, portanto, os edifícios do Palácio da Liberdade e as antigas secretarias de Estado, e se estende aos jardins, lagos, alamedas, fontes e monumentos da praça, bem como as fachadas de diversas edificações do seu entorno.

Fonte: PBH

Apartamento 4 quartos no bairro do Carmo – Mont Serrat – Canopus


Apartamento 4 quartos no bairro do Carmo – Mont Serrat – Canopus 

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Ao lado de shoppings e comércios – com acesso fácil a bancos, supermercados, padarias, lavanderias, colégios, escolas de natação, idiomas, etc. Aptos de 162 m², 4 quartos, sendo 2 suítes e 2 semissuítes, varanda, 3 vagas de garagem e lazer completo.

Clique nas fotos para ampliar:

Investimento no setor hoteleiro de BH – BRISTOL CENTER


Investimento no setor hoteleiro de BH vai muito além da demanda para a Copa do Mundo Construtoras de imóveis residenciais apostam no segmento e acreditam que há espaço para crescer com a capital se consolidando no turismo de negócios

 

 

testeHá mais de 10 anos não se via um hotel ser erguido em Belo Horizonte. Por ser um empreendimento caro, torna-se desafio emplacar um projeto. O cenário mudou temporariamente com a Lei Municipal 9.952, de 2010, voltada para a Copa do Mundo, que aumentou em até cinco vezes o potencial construtivo dos terrenos, tornando possível a ocupação de áreas nobres, inclusive, onde o preço do metro quadrado inviabilizava o investimento. A iniciativa que vai elevar a oferta de leitos para turistas chegou ao fim, mas as construtoras que enxergam além do evento esportivo já esperam uma nova oportunidade para ajudar a cidade a se consolidar como capital do turismo de negócios.

Somam-se hoje 34 empreendimentos hoteleiros em construção na cidade. “Vamos ter um ciclo novo de ofertas e a demanda vai se adequando a partir daí, mas os melhores hotéis vão manter uma boa performance mesmo depois da Copa do Mundo”, aposta o consultor estratégico na área de desenvolvimento de novos hoteis Maarten Van Sluys, da JR & MvS Consultores Especializados. O especialista acredita que prédios modernos, bem localizados e com preço convidativo devem atrair hóspedes sem depender da movimentação gerada por grandes eventos. Os hotéis antigos, por outro lado, poderão ter dificuldade para se manter na ativa, já que a concorrência ficará mais acirrada.

BRISTOL CENTER HOTEL

Minas Gerais é o segundo polo turístico do Brasil. Um estado com estabilidade e grande expectativa de crescimento nos próximos anos. Sede dos jogos da Copa das Confederações em 2013, será destaque na organização da Copa do Mundo de 2014. Belo Horizonte tem o quarto maior PIB entre os municípios brasileiros.

Fundada há 25 anos em Minas Gerais, a Rede Bristol de Hotéis é referência em tradição, qualidade e comodidade. Com mais de 20 hotéis em construção no país, até 2014, a rede tem capital 100% nacional e tem oferecido a seus investidores alta rentabilidade, taxa de ocupação acima da média do país e baixo custo operacional, além de toda a credibilidade, transparência e a confiança da marca Bristol.

BODAS DE PRATA! 25 ANOS ADMINISTRANDO HOTÉIS NO BRASIL

 

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O Bristol Center Hotel é conveniado com as maiores empresas do país, o que garante ocupação durante todo o ano.

As outras bandeiras internacionais te mostram a simulação da ocupação, diária e rentabilidade. A mineira Rede Bristol te apresenta a realidade. Acompanhe os gráficos das unidades Bristol já existentes em Belo Horizonte.

A Rede Bristol faz parte da Allia Hotels, a maior rede brasileira de hotéis.

Com mais de 60 anos de experiência acumulada, a Allia Hotels conta com 34 hotéis em operação, mais de 3.000 unidades habitacionais (UHs) e cerca de 1.600 colaboradores. Em número de hotéis, está posicionada como a terceira maior rede do país, com presença em cinco estados brasileiros: Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, além do Distrito Federal.

A Allia Hotels traçou um plano ousado de expansão, com a captação de cerca de R$ 1 bilhão para, até o fim de 2015, operar 80 hotéis, com a abertura de novos empreendimentos e a modernização dos atuais.

INVESTIDOR

Saiba porque investir no Bristol Center Hotel.

  • Arquitetura
    O Bristol Center Hotel se tornará o referencial arquitetônico da região.
  • Perto de tudo
    A localização é estratégica, de fácil acesso aos principais corredores de tráfego e com facilidade de deslocamento para toda a cidade.
  • Eventos
    Os eventos internacionais que se aproximam colocarão a cidade em evidência mundial, no centro dos acontecimentos. E Belo Horizonte, hoje, já é um importante centro de feiras e congressos.
  • Turismo de negócios
    Há uma crescente demanda por hospedagem em hotéis em Belo Horizonte, resultado do turismo de negócios, que aumenta a cada ano. Estar próximo dos locais de eventos e das facilidades de transporte que existem no entorno é um excelente benefício.
  • Vantagens
    Além de estar numa região carente de novos hotéis, o Bristol center Hotel tem o melhor preço entre os lançamentos hoteleiros da sua categoria. É o respeito a você, ao seu bolso, ao seu investimento. Porque só quem compra bem pode ter o melhor retorno.

Bristol Center Hotel. Onde todo mundo vai estar e você também não pode perder.

Boulevard Arrudas com Carijós, ao lado do Parque Municipal.

Para quem viaja a trabalho, é fundamental evitar perder tempo com grandes deslocamentos. O Bristol Center Hotel fica próximo de tudo e ao lado dos principais corredores viários da cidade:

  • Ao lado do Parque Municipal, do Palácio das Artes, da Serraria Souza Pinto e da área hospitalar.
  • Próximo da Praça da Estação, da Estação Central do Metrô, do Museu de Artes e Ofícios, da Praça Sete, da Prefeitura e dos Correios.
  • Próximo aos shoopings Boulevard, DiamondMall, Cidade e dos principais bancos, bares, restaurantes, universidades e supermercados.
  • A poucos minutos da Rodoviária de Belo Horizonte e do Mercado Central.
  • Localizado na Linha Verde e com fácil acesso ao Aeroporto de Confins.

A localização é um grande diferencial do Bristol Center Hotel.

  • 16 pavimentos
  • Área construída de 11.465 m²
  • 200 apartamentos
  • Internet banda larga e wireless livre em todo o Bristol Center Hotel
  • Equipe capacitada, envolvida no atendimento 24 horas
  • Fitness Center
  • Salões para eventos
  • Estrutura completa para convenções, palestras e seminários, com 340 m²
  • Restaurante de cozinha internacional
  • Cobertura com piscina de borda infinita
  • Apartamentos confortáveis e espaçosos
  • TV a cabo
  • Café da manhã com quitutes mineiros – incluído na diária
  • Serviço de lavanderia
  • Garagem coberta rotativa
  • Espaço sob o Viaduto Santa Tereza
  • Paisagismo imponente
  • Obras iniciadas