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Grupo investe R$ 315 mi e prepara projeto de urbanização no entorno da Lagoa dos Ingleses


nova lima

Grupo investe R$ 315 mi e prepara projeto de urbanização no entorno da Lagoa dos Ingleses. Áreas, entre os municípios de Nova Lima e Itabirito, margeando a BR-040, vai oferecer em um só lugar habitação, trabalho, lazer, serviços públicos e privados.

Com investimento de R$ 315 milhões o grupo C-Sul, formado por empresas ligadas a setores como infraestrutura, financeiro e imobiliário, negociou área remanescente de 27 milhões de metros quadrados no entorno da Lagoa dos Ingleses, entre os municípios de Nova Lima e Itabirito, margeando a BR-040. Com a proposta de oferecer em um só local, habitação, trabalho, lazer, serviços públicos e privados o grupo prepara grande projeto de urbanização para a área. Em maio, o arquiteto e urbanista Jaime Lerner vai apresentar na capital o master plan para a região, que deve atrair R$ 20 bilhões em investimentos.

O terreno foi adquirido em outubro do ano passado pela C-Sul, grupo que traz em seu guarda-chuva empresas como Asamar, Alicerce Empreeendimentos, BVEP (braço imobiliário do Banco Votorantim), AGHC e Mindt. “A intenção é que o projeto seja desenvolvido a longo prazo, durante as próximas três décadas. Depois do Centro da capital e da Pampulha, a Lagoa dos Ingleses seria uma terceira onda”, diz o diretor-executivo da C-Sul, Adriano Lima e Silva. O executivo também não descarta a comparação com o Rio de Janeiro, onde a Barra da Tijuca ocupou uma região da cidade com infraestrutura para criar bairros com vida própria. “Não temos o mar, mas temos a Lagoa dos Ingleses, que é muito contemplativa. Queremos retomar o jeito mineiro de viver, em um bairro com serviços, esquinas, ciclovias, onde é possível andar a pé.”

De acordo com o grupo C-Sul, dos 27 milhões de metros quadrados, 70% será preservado e a ocupação ocorreria em 9 milhões de metros quadrados, tomando 30% da área total. A região será uma espécie de antítese do modelo desenvolvido em outras regiões da capital, que desenvolveram a parte residencial, mas não trouxeram junto serviços, indústria e comércio. “Não queremos repetir erros cometidos no passado. Vamos disponibilizar uma infraestrutura capaz de evitar o movimento de pêndulo, por isso não temos pressa. É um projeto de longo prazo. Quem morar na região poderá trabalhar, estudar e ter diversão no local, desafogando Belo Horizonte”, aponta Lima e Silva.

Segundo o executivo, com a finalização do master plan o projeto entrará na fase de licenciamento ambiental, o que deve ter duração estimada em dois anos. A partir daí, o grupo inicia as obras de contrapartida (medidas mitigadoras) e também de infra-estrutura, como serviços de água, saneamento básico e energia elétrica.

O objetivo é que a infraestrutura chegue antes do desenvolvimento residencial, que deve crescer no local com a oferta de serviços, comércio e até mesmo investimento industrial. O primeiro grupo a anunciar investimentos na área do C-Sul foi o Iguatemi, que comunicou a construção do Premium Outlet, com investimento de R$ 140,7 milhões, gerando emprego para 800 pessoas.

Núcleo urbano 

 

“A nova região não será um condomínio fechado”, explica Lima e Silva. A “Barra da Tijuca mineira” deve reunir bairros com calçadas largas, ruas pequenas, ciclovias, transporte urbano, área hospitalar, drogaria, universidades, teatro, jardim botânico, parques, serviços financeiros, escritórios, enfim tudo que permita à região ter vida própria. O master plan é único, mas segundo o grupo C-Sul existem conceitos semelhantes do modelo de desenvolvimento urbano planejado em Florianopólis, no Sul do país, Uberlândia, no Triângulo Mineiro, também em Copenhague, na Dinamarca e em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Atualmente, Belo Horizonte tem ocupação aproximada de 7 mil habitantes por quilômetro quadrado. A intenção é que a região tenha ocupação de mil habitantes por quilômetro quadrado. A proposta é que a região seja desenvolvida ao longo de três décadas junto com a concessão da BR040, via que está às margens da Lagoa dos Ingleses.

Por: Marinella Castro – Encontro

 

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Pará de Minas com potencial turístico


Pará de Minas com potencial turístico.

O Cristo é um dos cartões postais da cidade (Foto: Prefeitura de Pará de Minas/Divulgação)
O Cristo é um dos cartões postais da cidade
(Foto: Prefeitura de Pará de Minas/Divulgação)

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo, realiza um Inventário da Oferta Turística de Pará de Minas(INVTUR). O trabalho consiste no levantamento, identificação e registro dos atrativos turísticos do município. O inventário vai possibilitar uma definição de prioridades com os recursos disponíveis para o setor, incentivando o turismo de forma sustentável.

A gerente de Desenvolvimento do Turismo, Taciana Almeida, diz que o levantamento servirá como instrumento para estudantes, empresários, pesquisadores e principalmente turistas, sobre o que a cidade tem a oferecer. Além disso, ela ressaltou que o inventário será a base para a elaboração de várias ações, entre elas um guia turístico da cidade. “Trata-se de um cadastro, contendo todos os serviços e equipamentos de apoio ao turismo. Com isso, estamos convocando proprietários de estabelecimentos que estão envolvidos com o turismo e que ainda não foram incluídos no INVTUR, para que procurem a Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo onde será feito uma pesquisa sem custo para o empresário. Várias ações estão sendo realizadas em torno deste inventário de oferta turística, como eventos e cursos de capacitação para área do turismo. Além dos estabelecimentos comerciais, realizamos um levantamento sobre todos os atrativos turísticos culturais e naturais no município”, explicou.

Os empresários que ainda não foram cadastrados no INVTUR e que queriam fazer parte do inventário, podem procurar a Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo, das 8h às 17 h, de segunda à sexta-feira. A secretaria fica na Praça Torquato de Almeida, 100, Centro de Pará de Minas (Prédio da antiga Câmara Municipal).

Investimento no setor hoteleiro de BH – BRISTOL CENTER


Investimento no setor hoteleiro de BH vai muito além da demanda para a Copa do Mundo Construtoras de imóveis residenciais apostam no segmento e acreditam que há espaço para crescer com a capital se consolidando no turismo de negócios

 

 

testeHá mais de 10 anos não se via um hotel ser erguido em Belo Horizonte. Por ser um empreendimento caro, torna-se desafio emplacar um projeto. O cenário mudou temporariamente com a Lei Municipal 9.952, de 2010, voltada para a Copa do Mundo, que aumentou em até cinco vezes o potencial construtivo dos terrenos, tornando possível a ocupação de áreas nobres, inclusive, onde o preço do metro quadrado inviabilizava o investimento. A iniciativa que vai elevar a oferta de leitos para turistas chegou ao fim, mas as construtoras que enxergam além do evento esportivo já esperam uma nova oportunidade para ajudar a cidade a se consolidar como capital do turismo de negócios.

Somam-se hoje 34 empreendimentos hoteleiros em construção na cidade. “Vamos ter um ciclo novo de ofertas e a demanda vai se adequando a partir daí, mas os melhores hotéis vão manter uma boa performance mesmo depois da Copa do Mundo”, aposta o consultor estratégico na área de desenvolvimento de novos hoteis Maarten Van Sluys, da JR & MvS Consultores Especializados. O especialista acredita que prédios modernos, bem localizados e com preço convidativo devem atrair hóspedes sem depender da movimentação gerada por grandes eventos. Os hotéis antigos, por outro lado, poderão ter dificuldade para se manter na ativa, já que a concorrência ficará mais acirrada.

BRISTOL CENTER HOTEL

Minas Gerais é o segundo polo turístico do Brasil. Um estado com estabilidade e grande expectativa de crescimento nos próximos anos. Sede dos jogos da Copa das Confederações em 2013, será destaque na organização da Copa do Mundo de 2014. Belo Horizonte tem o quarto maior PIB entre os municípios brasileiros.

Fundada há 25 anos em Minas Gerais, a Rede Bristol de Hotéis é referência em tradição, qualidade e comodidade. Com mais de 20 hotéis em construção no país, até 2014, a rede tem capital 100% nacional e tem oferecido a seus investidores alta rentabilidade, taxa de ocupação acima da média do país e baixo custo operacional, além de toda a credibilidade, transparência e a confiança da marca Bristol.

BODAS DE PRATA! 25 ANOS ADMINISTRANDO HOTÉIS NO BRASIL

 

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O Bristol Center Hotel é conveniado com as maiores empresas do país, o que garante ocupação durante todo o ano.

As outras bandeiras internacionais te mostram a simulação da ocupação, diária e rentabilidade. A mineira Rede Bristol te apresenta a realidade. Acompanhe os gráficos das unidades Bristol já existentes em Belo Horizonte.

A Rede Bristol faz parte da Allia Hotels, a maior rede brasileira de hotéis.

Com mais de 60 anos de experiência acumulada, a Allia Hotels conta com 34 hotéis em operação, mais de 3.000 unidades habitacionais (UHs) e cerca de 1.600 colaboradores. Em número de hotéis, está posicionada como a terceira maior rede do país, com presença em cinco estados brasileiros: Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, além do Distrito Federal.

A Allia Hotels traçou um plano ousado de expansão, com a captação de cerca de R$ 1 bilhão para, até o fim de 2015, operar 80 hotéis, com a abertura de novos empreendimentos e a modernização dos atuais.

INVESTIDOR

Saiba porque investir no Bristol Center Hotel.

  • Arquitetura
    O Bristol Center Hotel se tornará o referencial arquitetônico da região.
  • Perto de tudo
    A localização é estratégica, de fácil acesso aos principais corredores de tráfego e com facilidade de deslocamento para toda a cidade.
  • Eventos
    Os eventos internacionais que se aproximam colocarão a cidade em evidência mundial, no centro dos acontecimentos. E Belo Horizonte, hoje, já é um importante centro de feiras e congressos.
  • Turismo de negócios
    Há uma crescente demanda por hospedagem em hotéis em Belo Horizonte, resultado do turismo de negócios, que aumenta a cada ano. Estar próximo dos locais de eventos e das facilidades de transporte que existem no entorno é um excelente benefício.
  • Vantagens
    Além de estar numa região carente de novos hotéis, o Bristol center Hotel tem o melhor preço entre os lançamentos hoteleiros da sua categoria. É o respeito a você, ao seu bolso, ao seu investimento. Porque só quem compra bem pode ter o melhor retorno.

Bristol Center Hotel. Onde todo mundo vai estar e você também não pode perder.

Boulevard Arrudas com Carijós, ao lado do Parque Municipal.

Para quem viaja a trabalho, é fundamental evitar perder tempo com grandes deslocamentos. O Bristol Center Hotel fica próximo de tudo e ao lado dos principais corredores viários da cidade:

  • Ao lado do Parque Municipal, do Palácio das Artes, da Serraria Souza Pinto e da área hospitalar.
  • Próximo da Praça da Estação, da Estação Central do Metrô, do Museu de Artes e Ofícios, da Praça Sete, da Prefeitura e dos Correios.
  • Próximo aos shoopings Boulevard, DiamondMall, Cidade e dos principais bancos, bares, restaurantes, universidades e supermercados.
  • A poucos minutos da Rodoviária de Belo Horizonte e do Mercado Central.
  • Localizado na Linha Verde e com fácil acesso ao Aeroporto de Confins.

A localização é um grande diferencial do Bristol Center Hotel.

  • 16 pavimentos
  • Área construída de 11.465 m²
  • 200 apartamentos
  • Internet banda larga e wireless livre em todo o Bristol Center Hotel
  • Equipe capacitada, envolvida no atendimento 24 horas
  • Fitness Center
  • Salões para eventos
  • Estrutura completa para convenções, palestras e seminários, com 340 m²
  • Restaurante de cozinha internacional
  • Cobertura com piscina de borda infinita
  • Apartamentos confortáveis e espaçosos
  • TV a cabo
  • Café da manhã com quitutes mineiros – incluído na diária
  • Serviço de lavanderia
  • Garagem coberta rotativa
  • Espaço sob o Viaduto Santa Tereza
  • Paisagismo imponente
  • Obras iniciadas