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Vencedores e Perdedores


Quando se fala em vencedor, logo vem a imagem de alguém muito competitivo, sem ética e, invariavelmente, solitário. Ledo engano. Na verdade, vencedor é quem consegue atingir seus objetivos. Pois, mais que vencer os outros, ele vence suas próprias fraquezas, inseguranças e inabilidade.

O vencedor sabe que a derrota é uma possibilidade e se prepara adequadamente para que ela não aconteça. Apesar disso, concentra sua atenção em alcançar suas metas, e não em evitar derrotas. E a postura diante da derrota é um dos principais aspectos que diferenciam um vencedor de um perdedor.

Perante a derrota, o perdedor tem duas atitudes: o menosprezo e o pessimismo. Ele dá pouca importância ao adversário e não tem consciência de suas limitações. Por isso, frequentemente é pego de surpresa. Outra atitude do perdedor: o pessimismo; nesse caso, ele acredita que nasceu marcado e entra na disputa já preparando uma desculpa para a derrota…

Já o vencedor sabe que não conseguir algo faz parte das possibilidades da vida. E, ao invés de ficar se torturando e se culpando, procura refletir sobre sua conduta para aprender a crescer. Afinal, o vencedor tem um prazer constante em aprimorar-se.

Texto de Roberto Shinyashiki, extraído do livro “Sem medo de vencer”.

Juro a mim mesmo!!


A partir de hoje, não mais lamentarei o dia de ontem. Ele está no passado e o passado nunca mudará. Só eu posso mudar se for essa minha escolha. A partir de hoje, não mais me preocuparei com o amanhã. O amanhã sempre estará lá, esperando por mim para torná-lo o melhor possível. Mas não posso fazer o melhor pelo amanhã, sem primeiro fazer o melhor hoje.

A partir de hoje, eu olharei no espelho e verei alguém valioso e merecedor do meu respeito e admiração. Alguém com quem gosto de passar minhas horas e a quem conseguirei conhecer melhor. A partir de hoje, eu tratarei com carinho cada dia da minha vida. Eu valorizarei esse presente e o partilharei sem egoísmo com meus semelhantes.

A partir de hoje, observarei a minha caminhada e superarei desgostos se houver tropeços. Eu enfrentarei desafios com coragem e determinação. Eu superarei barreiras que tentem impedir minha busca pelo crescimento e automelhoramento.

A partir de hoje, eu viverei a vida um dia de cada vez e dando um passo de cada vez. A partir de hoje, eu terei renovada a fé na raça humana, desprezarei o que de mal já aconteceu e passou. Eu acreditarei que há esperança de um brilhante futuro.

A partir de hoje, eu abrirei minha alma e meu coração. Darei boas-vindas a novas experiências e gostarei de conhecer novas pessoas. Eu não pretenderei ser perfeito nem exigirei que os outros o sejam, pois a perfeição absoluta não existe neste mundo.

Eu aplaudirei as tentativas de fortalecimento do lado fraco da natureza humana. A partir de hoje, eu sou o responsável pela minha felicidade e não medirei esforços para manter-me feliz.

Olharei as maravilhas da natureza, escutarei minhas canções favoritas, terei um bichinho de estimação, tomarei reconfortantes banhos e encontrarei prazer nos mais variados e simples gestos.

A partir de hoje, eu sempre aprenderei algo novo, experimentarei coisas diferentes, saborearei com gosto tudo que a vida tem para oferecer. Eu mudarei o que quiser e puder mudar. O restante deixarei simplesmente passar…

Eu agradecerei por tudo que tenho de melhor, por ser alguém que pode ser melhor, pois sei que agora isso é possível. Juro ainda sorrir e sempre estar sorrindo… A partir de hoje e para sempre.

Juro a Mim Mesmo!

Texto de Silvia Schmidt, extraído do livro “Sorte é Pra Quem Quer”.

O TALENTO


Talento não significa, necessariamente, pintar obras-primas. Cuidar das pessoas é um talento. Ensinar é um talento. Fazer com que os outros se sintam bem-vindos é um talento. Administrar é um talento. Ser pai ou mãe é um talento.

Com muita frequência nos subestimamos às nossas aptidões. O ceramista diz: “quem me dera ser músico; aí, sim, valeria à pena…”. O pianista, por sua vez, afirma: “se eu soubesse fazer coisas com as mãos…”. Não compare as suas habilidades com as dos outros. Faça o que você sabe fazer. Aceite o talento que tem. A realização vem do desenvolvimento dos seus dons, não de desejar os alheios.

Se Deus lhe deu o dom de trabalhar em uma escola maternal, porque você há de querer ser banqueira e passar a vida mastigando cifras? Dê um pouco de crédito a Ele! Se você é capaz de imaginar quais são os seus dons, Ele também é.

Outra coisa que noto: a maioria das pessoas que dizem que não têm talento não tentou muita coisa. Antes de mais nada, o talento pode ser útil, mas não é tudo! Quando se fala do sucesso de alguém – seja em que área for – quase sempre há uma referência ao seu “extraordinário” talento. Mas, quando essa pessoa fala de seu sucesso, menciona o quanto trabalhou para chegar lá. Ela sabe que o que a diferencia de milhares de outras pessoas é a sua atitude e o seu esforço.

Pessoas passivas e negligentes dão muita ênfase ao talento. Para elas, o talento ou a falta dele é  uma desculpa excelente para não fazer nada.

Se há uma importante qualidade comum aos grandes artistas, cientistas, estrelas do esporte, humanistas, empresários bem-sucedidos, não é o talento: é o enfoque. Uma vez que você saiba o que quer, concentre-se nisso! Ninguém consegue fazer tudo. Você não pode salvar as baleias, curar os enfermos e proteger a camada de ozônio – tudo ao mesmo tempo. Deixe algumas tarefas para o resto da humanidade.

Texto de Andrew Matthews, retirado do livro “Siga seu Coração”.

Redes sociais: as relações humanas ao longo tempo


O Facebook, maior rede social do mundo, divulgou, recentemente, que seis milhões de brasileiros estão presentes na empresa criada por Mike Zuckeberg. Apesar do contingente, ainda está longe do líder Orkut, com vinte e sete milhões de usuários. Considerando o crescimento apresentado pela empresa, assim como os novos aplicativos, a briga entre Facebook e Google, proprietário do Orkut, promete ser acirrada nos próximos meses. Tamanho interesse se justifica pela liderança brasileira na adoção desta tecnologia – nada menos que 86% dos internautas utilizam as redes sociais, conforme levantamento do Instituto Ibope Nielsen. 

Voltemos um pouco no tempo. ICQ e Instant Messaging foram os precursores, retratados no filme Mensagem para Você, estrelado por Meg Ryan e Tom

 
 
Hanks, no longínquo ano de 1998. Espartanos e com poucos recursos, permitiam a comunicação via mensagens de texto entre as pessoas. Havia ainda nos primórdios da web os chats ou salas de bate-papo virtuais. Segmentadas por sexo e assunto, foram os primeiros passos rumo às comunidades. O avanço da internet e da banda larga possibilitaram a criação de programas mais robustos, os quais permitiam a inclusão de fotos, comentários, textos, preferências e aplicativos. O contato virtual se tornava mais pessoal e amigável a cada dia.

Apesar do tema redes sociais ser algo relativamente novo, o conceito remonta décadas ou mesmo centenas de anos. Eletricidade, água, gás, esgoto e telefonia chegam a nossas casas através de fios, canos e dutos, ou seja, redes. Uma das características é a capilaridade, ou seja, a possibilidade de levá-los de um ponto específico para múltiplos outros pontos. O advento da web trouxe nova vida ao termo, desta vez transportando imagens, mensagens, informações e entretenimento. Tamanha importância tem levado burocratas e agências reguladoras a discutir sobre a criação de uma estrutura governamental para fornecimento de banda larga às áreas remotas do país, diminuindo a questão da exclusão digital.
 
Para o sociólogo americano Mark Granovetter, o qual já apregoava o conceito no início dos anos setenta, as redes são compostas pelos laços sociais, os quais podem ser medidos através: (a) da quantidade de tempo dedicado ao contato, (b) da intensidade emocional, (c) da intimidade e (d) dos serviços recíprocos – podendo ser classificados como fortes e fracos. Tente se lembrar de suas redes sociais antes da web 2.0. Aos melhores contatos e amigos, dedicação, emoção, intimidade e reciprocidade. A grande vantagem das redes modernas é levá-lo, através dos laços fortes e fracos, a pessoas que você não esperava reencontrar ou conhecer. Vejamos o estudo realizado por Milgram.
 
Anteriormente a Granovetter, outro sociólogo, Stanley Milgram, tinha realizado interessante estudo. Correspondências foram enviadas, aleatoriamente, a diversas pessoas, as quais foram solicitadas a tentar fazer com que a mesma chegasse ao destinatário específico. O resultado comprovou que as cartas foram entregues ao destino após passarem por um pequeno número de pessoas, comprovando a teoria proposta do “small world” ou mundo pequeno. Estudos posteriores mostraram que seis era o número de conexões entre duas pessoas, independentemente de sua localização no planeta.
 
Este estudo corrobora as coincidências da vida. Quantas vezes em metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Nova Iorque ou Tóquio, conhecemos pessoas que por sua vez conhecem alguém da nossa rede de relacionamentos. Tenho certeza que com as redes sociais esta tarefa tem sido bem mais fácil. Não apenas através dos laços fortes e fracos, assim como por intermédio dos grupos disponíveis nas redes. Tudo com apenas um clique de distância.
 
Apesar da facilidade disponibilizada pelos aplicativos e pela web 2.0, vale salientar que as redes sociais já eram utilizadas por nossos pais e avós. Com menor abrangência e interatividade, porém, com maior interação, emoção e tempo dedicado às amizades, numa época em que telegrama era sinônimo de velocidade.

Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, também é colunista, palestrante e consultor de negócios. (www.marcosmorita.com.br/professor@marcosmorita.com.br)