Natal autêntico


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NATAL AUTÊNTICO

Cuidar da decoração e enfeitar os cômodos da casa com peças que trazem identidade já são referências que norteiam a maioria dos projetos de arquitetura e design de interiores. Nesta época do ano, a proposta de espalhar elementos natalinos pelos espaços também chega para inspirar os moradores. Compor uma versão autêntica e original pode ser um grande desafio para transformar o visual da casa com adornos e mimos de Natal, recursos que têm ganhado, a cada ano, uma roupagem ainda mais contemporânea.

Para que o décor fique bem caprichado para receber a família e os amigos no período de festas de fim de ano, especialistas são unânimes ao afirmar que é preciso harmonizar os cenários e controlar os excessos.
Além de ter mais liberdade para brincar com uma extensa paleta de cores, as texturas, estampas, tecidos e inclusive o reaproveitamento de materiais nas composições contribuem para que os moradores possam fugir da mesmice e dos modelos mais batidos. “O maior desafio é unir a poética dos enfeites temáticos com o bom gosto, para deixar o visual da casa bem harmonioso e confortável”, pontua a decoradora Carolina Maia.
De acordo com a profissional, uma boa dica para criar composições singelas nos ambientes da casa é escolher pontos estratégicos para colocar os enfeites. Além de roubar todas as atenções, os novos arranjos ganharão ainda mais destaque, sem atrapalhar a circulação no espaço ou o equilíbrio com outras peças.
Por: ANA PAULA BRAGA- Jornal o Tempo

Aluguel de bike – Lagoa Seca poderá ter estação


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BHTrans abre licitação para implantação de 30 estações de bicicletas de uso comum em BH. Projeto já mapeou cerca de 65 pontos, entre eles, o Belvedere.

Belo Horizonte é uma cidade de topografia acidentada, mas a Prefeitura de Belo Horizonte, por intermédio das suas autoridades de trânsito, insiste em abrir espaço para a prática e uso constante da bicicleta. Sem dúvida, esta é uma tendência mundial e os amantes das famosas “bikes” agradecem o esforço da PBH. E ficaram mais animados com a decisão da BHTrans de  abrir licitação para implantar a rede de “magrelas” de uso compartilhado. O Belvedere, mais precisamente, a Praça da Lagoa Seca, poderá ter um ponto, ou melhor, uma estação para ciclistas alugarem bicicletas.

O aluguel de bike é um sucesso ao redor do mundo. O modelo, consolidado em cidades como Paris, Barcelona e, mais recentemente, o Rio de Janeiro, consiste no empréstimo de bike’s para a população. O ciclista retira a bicicleta em uma estação e a devolve em qualquer estação da rede, podendo usar o meio de transporte por até 60 minutos. Nos fins de semana, o intervalo passa a ser de 90 minutos. Depois de 15 minutos, o ciclista pode usar a bicicleta novamente.

O novo edital do sistema de uso de bicicletas compartilhadas foi publicado no último dia 19 de novembro no Diário Oficial do Município (DOM).  A localização das estações ainda não está definida, mas o BHTrans já mapeou 65 pontos, a maioria dentro dos limites da Avenida do Contorno. O Belvedere está entre estes locais que podem receber uma estação de bike’s, já que é uma região privilegiada por ter uma topografia plana e de pouco trânsito.

Prioridades

A assessora da Diretoria de Transporte Público da BHTrans, Liliana Hermont, conta que a prioridade é dotar com estações a área central de BH, as regiões do Barreiro e da Pampulha. “As conexões do Centro são prioridade e identificamos também demanda grande no Barreiro. Queremos priorizar a Pampulha, por causa da estrutura de ciclovias já implantada e pela questão turística”, afirma Hermont.

Pelo edital ganha a empresa que oferecer o maior número de estações e o menor preço pelo aluguel aos usuários. A previsão é que em julho os moradores e visitantes de BH já possam usufruir do serviço. Neste primeiro momento, a intenção é colocar pelo menos 30 estações com 300 unidades disponíveis ao valor máximo de R$ 3,00 a diária, R$ 9,00 a mensalidade e R$ 60,00 para usar o sistema por um ano.

A PBH tem implantado a ciclofaixa em várias regiões da cidade, a última delas foi na Avenida João Pinheiro e promete concluir 69 km de pistas nos próximos anos. Liliana Hermont  explica que “as áreas entre as estações pressupõe de um cuidado e tratamento, com a sinalização das rotas, a implantação de ciclofaixas e ciclovias. Também teremos que fazer campanhas educativas com os procedimentos de segurança”, afirma Liliana.

Atualmente, a capital mineira conta com 50 quilômetros de ciclovias. A meta é alcançar, até 2020, cerca de 380 quilômetros de pistas exclusivas para as bicicletas. Um dos principais objetivos das bicicletas de uso compartilhado é fazer da “magrela” meio de transporte em trajetos curtos, complementando viagens feitas por ônibus ou metro.

 

Projeto tem o apoio da associação de moradores

O presidente da Associação dos Amigos do Belvedere (AABB), Ubirajara Pires, está entusiasmado com o projeto e acredita que ela trará um ganho em qualidade de vida para moradores do bairro. “A prática esportiva e o lazer são muito incentivados dentro do Belvedere. E, com o projeto das bicicletas de aluguel não será diferente. Pelo contrário, elas facilitarão para aqueles que vêm para a Lagoa Seca, mas que têm dificuldade para o transporte das bikes. Além disso, como é a Associação dos Amigos do Belvedere que cuida e mantém a Praça da Lagoa Seca, vamos procurar o secretário Daniel Nepomuceno para definirmos o melhor local para instalação dessas estações. Já identificamos alguns pontos, mas queremos saber mais sobre a necessidade e dimensão destes locais que receberão as bicicletas”, ressalta Ubirajara.

Segundo ele, em todos os locais da Europa onde o projeto das bikes foi instalado ele sucesso. E que a ideia é garantir que o local escolhido aqui no Belvedere não gere conflito com a circulação de pedestres e veículos. Além, é claro, que seja preservada a estética do bairro.

Fonte:Jornal do Belvedere

Blog comprenaplanta.net

 

Cidades brasileiras vivem bolha imobiliária?


Roubini diz que cidades brasileiras vivem bolha imobiliária

Em texto publicado hoje, ele afirma que bolhas imobiliárias estão surgindo ao redor do mundo – inclusive nos “principais centros urbanos” brasileiros

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O economista Nouriel Roubini, famoso por prever a crise financeira de 2008, acaba de publicar um artigo no Project Syndicate em que afirma que bolhas imobiliárias estão aparecendo em grandes centros urbanos do Brasil, Turquia, Índia e Indonésia.

O texto, intitulado “De volta para as Bolhas Imobiliárias”, diz que o que está acontecendo atualmente em muitos países é como “um replay em câmera lenta” do que ocorreu na crise financeira americana, mas por uma série de outros motivos.

Nas economias avançadas, o problema é de taxas de juros extremamente baixos e muita liquidez. A combinação de crescimento e inflação baixos com um excesso de dinheiro no mercado leva a uma valorização excessiva de ativos como imóveis.

Ele cita Canadá, Nova Zelândia, França, Alemanha e vários outros países europeus como exemplos de países vítimas deste processo. Os sinais: aumentos constantes de preços em relação à renda total e de dívida imobiliária em relação a dívida total.

No caso dos emergentes, “a situação é mais variada”.  Países com maior renda per capita, como Israel e Hong Kong, estão inflando a bolha ao deixarem suas taxas de juros muito baixas para evitar valorização de suas moedas.

Brasil, Turquia, Índia e Indonésia são citados como países de alta inflação, acima da meta do Banco Central. Em comum, urbanização acelerada que faz com que demanda por imóveis supere a oferta – empurrando os preços para cima.

Ele afirma ainda que as bolhas “não estão prestes a estourar por enquanto, porque as forças que as alimentam ainda estão em plena operação”. Segundo ele, as autoridades de regulação estão mais atentas desta vez, mas enfrentam constrangimentos políticos para lidar com a questão.

Por:  , de 

 

33 ideias sensacionais que tornam o morar uma experiência melhor


Algumas boas sacadas são capazes de fazer da casa um espaço mais convidativo e divertido

O design, por definição, é uma atividade estratégica, técnica e criativa, geralmente orientada por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema. Quando aplicado no espaço habitado, muitas vezes serve para tornar a experiência humana, em sua relação com os elementos rotineiros, algo além do que é simplesmente útil, necessário e funcional. Dentro de casa, alcança um leque de possibilidades infinitas que transformam itens do cotidiano em propostas inovadoras e levam o sentido do morar a outros patamares. Algumas simples e grandes ideias acabam por imprimir novos olhares sobre o comum e surpreendem com resultados incríveis, antes improváveis. Afinal, como ninguém tinha pensado nisso antes? Confira a seleção e conheça sacadas geniais dentro deste amplo espectro que é o design:

1 – Piscina externa e interna

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2 – Cama aquário

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3 – Lustre que transforma o quarto em uma floresta

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4 – Conjunto de mesas com cadeiras de balanço

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5 – Areia de praia embaixo da mesa do escritório

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6 – Escada em espiral com escorregador

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7 – Caminho para gatos dentro de casa

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8 – Banheiro com piso de vidro assustador

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9 – Mesa de jantar e sinuca em uma só

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10 – Cama rede

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11 – Armários embaixo da escada

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12 – Cinema no jardim

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13 – Porta ping pong

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14 – Parede que toca música quando chove

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15 – Banheira transparente

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16 – Horta vertical na cozinha

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17 – Estantes de livros na escada. Dá para alcançar qualquer um!

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18 – Fogueira no quintal para ir à praia sem sair de casa

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19 – Despensa subterrânea em espiral

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20 – Casa na árvore dentro do quarto das crianças

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21 – Navio de pirata de verdade no quarto

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22 – Piscina que dá para entrar caminhando

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23 – Porta que reflete colorido

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24 – Rede para leitura e descanso em cima da escada

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25 – Caverna de gelo dentro do quarto

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26 – Rampa de skate na sala

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27 – Fogueira de mesa

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28 – Escritório no jardim

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29 – Escorregador interno

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30 – Caminho para o gato em volta da casa

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31 – Outra mesa fogueira

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32 – Ping pong na cozinha

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33 – Piscina na varanda

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Por:

Joana Gontijo – Lugar Certo

 

MULHERES RICAS LOTAM SHOPPINGS POPULARES DE BELO HORIZONTE


Uma das razões para a preferência da classe alta por produtos pirateados é manter o status pagando menos.

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Quem pensa que comprar produto falsificado é um hábito da classe C e D está enganado. As classes A e B também são frequentadoras assíduas de shoppings populares e estão entre as que mais consomem produtos pirateados no Brasil. Pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Data Popular mostra que seis em cada dez brasileiros compraram, no último ano, algum produto de marca que não fosse original. Do total de entrevistados, 55% mulheres. Mas o que impressiona mesmo é a renda mensal dessa mulherada. De acordo com o levantamento, 73% delas recebem mais de R$ 3.876.

A empresária Júlia Costa, de 31 anos, admite que frequenta shoppings populares em Belo Horizonte. Bolsas e óculos são seus preferidos e, segundo ela, poucas pesssoas desconfiam que os produtos são falsificados. “Quando eu era universitária passava muito perrengue, mas para ficar bem com as minhas amigas, que tinham pais ricos e só consumiam marcas, eu comprava tênis, bolsa, relógios… Tudo original! Dividia de 10 vezes e ficava o ano todo pagando. Mesmo assim, muitas meninas da minha faculdade custavam a acreditar que eram verdadeiros. Agora que ganho bem compro várias coisas piratas e ninguém desconfia. Já cheguei a comprar uma réplica de uma bolsa que na loja custava R$ 5.000 por R$ 250?, afirma.

De acordo com a psicóloga e terapeuta comportamental Paula Adriana Nonato, uma das razões para a preferência da classe alta por esse tipo de produto é manter o status conquistado pagando menos. “Pessoas de classes mais favorecidas buscam a todo custo prestígio e querem ser bem vistas e quistas na sociedade. Se elas fossem comprar uma bolsa original, por exemplo, com o mesmo valor elas podiam comprar duas, três bolsas bem parecidas e manter o status”. Por outro lado, Paula Adriana afirma que pessoas de classes mais baixas costumam comprar produtos originais, mesmo com muita dificuldade financeira, para serem aceitas ou chamarem atenção. “Muitas vezes, as classes C e até D compram um produto caro, original e pagam em várias prestações. De uma certa forma, elas querem ser inseridas nessa sociedade de status, de consumo de marcas, de valores”, afirma.

Para o professor de economia da PUC Minas, Ricardo Rabelo, o principal motivo pela preferência por produtos não originais é a tarifa alfandegária. “A alta carga tributária faz com que esses produtos pirateados ganhem o mercado com facilidade. A diferença do preço original para a cópia é muito grande”, explica. Ricardo também aponta falhas no sistema econômico. “Aqui no Brasil, alguns produtos são prouduzidos em baixa escala e muitos são importados. E esses produtos vindos de fora entram com preço alto no mercado. A taxação de impostos é um absurdo”.

A previsão é de que o consumo de piratas aumente ainda mais devido à alta do dólar. “A tendência é ficar mais caro e aumentar a procura por esses produtos. Isso por causa do dólar e da inflação. Mas essa mudança de cenário não deve ser imediata. Muitas lojas ainda estão com estoque, e para não perder o cliente, elas seguram um pouco o preço dos produtos importados”, comenta o professor.
Os homens também compram

Apesar de as mulheres estarem entre as principais consumidoras da classe alta, na média nacional, os homens são os que mais compram produtos que não são originais. Segundo a pesquisa do Instituto Data Popular, 58% deles afirmaram que compraram ao menos um produto pirata no último ano.

O engenheiro civil Dabyyã Moreira, de 28 anos, já comprou vários produtos falsificados e afirma que, no final do mês, faz diferença no bolso. “Eu já comprei CD, DVD, relógio, óculos e até tênis. Tem cópia que vale muito a pena. Já cheguei a economizar R$ 400 em uma única compra. E ninguém desconfia”. O engenheiro diz que a sociedade não associa bem uma pessoa de classe baixa usando um produto de marca. “Um funcionário meu, que trabalha como servente de pedreiro, comprou um tênis importado, dividiu de 12 vezes no cartão e o pessoal aqui pergunta se é original”, lamenta.

Dabbyã faz parte dos 61% dos brasileiros de 26 a 39 anos que admitem consumir pirataria. Quem mais compra, porém, é a faixa dos 18 aos 25 anos. Na outra ponta aparece a população acima de 60 anos, com a menor incidência (34%).
Polícia está de olho
A apreensão de mercadorias pirateadas tem crescido em Belo Horizonte. Só nos oito primeiros meses do ano já foram apreendidos mais de 11 toneladas em três grandes operações em shoppings populares da capital. Entre as principais mercadorias estão CDs, DVDs, produtos eletroeletrônicos, como celulares e videogames, além de roupas, material esportivo e bolsas.

As ações de repressão são comandadas pelo Grupo Interinstitucional de Combate à Pirataria (GICP), que conta com representantes do Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Receita Estadual e Federal, Prefeitura de Belo Horizonte e Instituto de Criminalística. De acordo com Mário Higuchi, coordenador do GICP, a pirataria tem sido algo difícil de combater. “As mídias caseiras são muito comuns, já é algo pulverizado. Hoje em dia qualquer pessoa consegue produzir um filme, um jogo. É algo muito difícil de se controlar”, afirma.

Recentemente, o Governo Federal divulgou como serão as ações do 3º Plano Nacional de Combate à Pirataria, em vigor no país até 2016. Serão priorizados o combate principalmente nas cidades que sediarão a Copa do Mundo. Entre as ações estão a implementação de um gabinete de gestão integrada e a ampliação do Programa Cidade Livre de Pirataria, criado em 2009, para “municipalizar” o combate à pirataria.

De acordo com informações publicadas no Diário Oficial da União, o trabalho será feito por meio de incentivos às prefeituras, que ficam responsáveis pela criação de mecanismos de prevenção e repressão. O plano cita ainda a capacitação de agentes públicos para atuar especialmente no combate às infrações nas cidades-sede, em parceria com a Fifa.

Fonte: Jornal O Tempo – Mábila Soares