Color City, um projeto para colorir as cidades


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Na página da iniciativa, além de participar, o usuário também pode visualizar uma galeria com as artes e também postagens relacionadas sobre o Color City

Google acaba de lançar, há alguns dias, o Color City, projeto que promete “colorir as cidades”. Para tanto, a companhia conectou pintores, grafiteiros e artistas com donos de muros que querem ter seu espaço renovado.

O contato de ambas as partes é feito por meio do Google+, rede social da empresa. Caso a pessoa queira emprestar um muro para a arte, ela pode clicar em “doar um espaço” e colocar fotos do local.

Já os pintores, por sua vez, escolhem um lugar e reservam o espaço. Cada artista só pode reservar um local por vez e tem até 35 dias para fazer a pintura.

Na página da iniciativa, além de participar, o usuário também pode visualizar uma galeria com as artes e também postagens relacionadas sobre o Color City.

Confira abaixo um vídeo do projeto:

Fonte: Exame S/A

 

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Arquitetura ‘de grife’ para atrair o consumidor de alta renda


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Arquitetura ‘de grife’ para atrair o consumidor de alta renda

Na língua inglesa, já existe até uma palavra para designá-los: starchitects. No Brasil, os arquitetos – celebridades ainda não somam um quórum numeroso mas começam a atrair a atenção de incorporadoras imobiliárias. São empresas que enxergam na assinatura de um profissional reconhecido internacionalmente um atrativo a mais para se diferenciar da concorrência na disputa por clientes de alta renda. Com atuação no Brasil desde 2008, quando foi convidado a participar do concurso para revitalização do Cais Guaiba, em Porto Alegre, o escritório do arquiteto espanhol Fermin Vazquez projeta um bairro sustentável de aproximadamente 350 hectares em Brasilia e três edifícios em São Paulo: um comercial e dois residenciais.

“Temos percebido cada vez mais incorporadores com alto sentido de responsabilidade e engajados em deixar um legado positivo, o que significa um trabalho bem feito do ponto de vista arquitetônico e urbanístico”, diz Vazquez, cujo portfólio de projetos inclui o da torre Agbar, arranha-céus de 142 metros de altura construído em Barcelona.
A opção por projetos menores, assinados por um nome de destaque na arquitetura internacional. foi a forma encontrada pela Huma Desenvolvimento Imobiliário de explorar um nicho de metrado de alta rentabilidade, fugindo da concorrência de empresas de maior porte. “Se eu fosse replicar o model° das grandes incorporadoras estaria em desvantagem”, justifica Rafael Rossi, diretor da Huma, que em conjunto com outras duas empresas prepara o lançamento em março do Forma Itaim.
O residencial de luxo com apartamentos compactos terá assinatura de Fermin Vazquez e preço por metro quadrado em torno de R$ 20 mil. “A vantagem de termos menos projetos é poder dedicar mais tempo e atenção a cada detalhe.
Embora seja um diferencial capaz de atrair a classe AAA, a assinatura de tini starchitect normalmente encarece o empreendimento. “A escolha de um arquiteto conceituado acarretará um custo adicional entre 30% e 50%. Mas esse valor superior será compensado com a valorização do imóvel, que tem seu preço de mercado eleva do graças à qualidade e notoriedade agregadas pela assinatura de um arquiteto renomado”, argumenta Raquel Correa, diretora de Marketing da incorporadora WISP.
Um dos destaques da companhia é o Mira, edifício com apenas 14 apartamentos na valorizada Rua Horácio Later, no Itaim Bibi. O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo escritório de Daniel Libeskind, arquiteto nascido na Polônia que tem em seu currículo projetos corno o Ground Zero, em Manhattan, e o Museu Judaico de Berlim.
A incorporadora paulista Idea! Zarvos também tem em carteira dois projetos do escritório b720 Fermin Vazquez Arquitetos – um empreendimento comercial na Vila Madalena ainda sem previsão de lançamento e outro residencial na Vila Ipojuca,

Fonte: Brasil Econômico, Rodrigo Carro

Coleta seletiva em prédios não é lei em BH, mas gera tormento para quem quer aderir


Coleta seletiva em prédios não é lei em BH, mas gera tormento para quem quer aderir.

Condomínios que separam o lixo esbarram na falta de recolhimento, já que o serviço é restrito a poucos bairros de Belo Horizonte

lixoSe por um lado a coleta seletiva é vista como um bem ao meio ambiente e também uma fonte de renda e geração de emprego para muitas famílias, por outro, pode ser encarada como um tormento para condomínios que tentam aderir a esse sistema. Em muitos estados, a coleta se tornou obrigatória em prédios residenciais e comerciais, como é o caso do Rio de Janeiro. Em Belo Horizonte ainda não existe uma lei que obrigue aos moradores de edifícios a separar o material reciclável do lixo. Porém, alguns prédios residenciais, por iniciativa própria, tentam fazer esse trabalho, mas muitos esbarram em dificuldades que acabam travando a boa intenção.

Em Santa Tereza, na Região Leste, o síndico profissional do edifício Mário Coutinho, Athos Ruas, diz que, pelo menos desde 2006, o condomínio faz a coleta seletiva. “Os condôminos separam o lixo corretamente. Temos os latões para cada resíduo. Porém, o serviço da prefeitura exclusivo da coleta seletiva não passa por aqui”, lamenta, dizendo que já tentou, inclusive, oferecer os recicláveis à Associação dos Catadores de Papel, Papelão e outros (Asmare). “Mas eles só buscam quando há uma quantidade maior e nós não temos onde armazenar todo o lixo reciclável. O medo é de atrair ratos, baratas e outros. Então, continuamos fazendo a coleta, mesmo que o caminhão que recolha não separe.”

A realidade do síndico Athos não é incomum. De acordo com Carlos Eduardo Alves de Queiroz, presidente do Sindicato dos Condomínios Comerciais, Residenciais e Misto de Belo Horizonte e Região Metropolitana, o grande problema da coleta seletiva em BH é que o recolhimento está limitado a poucos bairros da cidade. “O município não tem uma boa política para recolher esse material. Se você faz a coleta, não há quem busque”, critica, dizendo ser síndico de um prédio com 161 apartamentos, no Barro Preto, e, pela falta de uma política mais abrangente, a coleta não foi implantada no local. “Além desse agravante, atualmente os imóveis estão menores e, sendo assim, não há espaço para armazenar o material reciclável”, observa.

ALTERNATIVAS 

A prefeitura reconhece as dificuldades, mas aponta alternativas. De acordo com a engenheira sanitária do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) de BH Maria Esther de Castro e Silva, a coleta seletiva da prefeitura de BH atende, atualmente, 30 bairros da capital, com o serviço de porta em porta, que ocorre uma vez na semana. Todos os bairros da Zona Sul, parte da Savassi, regiões Oeste e Nordeste, e Barreiro são contemplados pelo programa. “Pedimos aos moradores que façam uma pré-lavagem no material reciclável e deixe secar, para não propiciar o crescimento de insetos. Pedimos que o saco onde for armazenado o material seja de uma cor que o gari consiga identificar o que tem dentro. Não é preciso separar o metal do vidro e do papel”, ensina.

O síndico Athos Ruas diz que o condomínio faz a sua parte, mas o serviço da prefeitura não passa no Santa Tereza, na Região Leste da cidade (Edésio Ferreira/EM/D.A Press)
O síndico Athos Ruas diz que o condomínio faz a sua parte, mas o serviço da prefeitura não passa no Santa Tereza, na Região Leste da cidade

Mas, para os moradores de outros bairros, onde não passa a coleta de porta em porta, há o programa ponto a ponto, com contêineres espalhados para a coleta em vários lugares da cidade. “Vemos que as pessoas estão cada vez mais interessadas em participar e fazer sua parte. A nossa intenção é ampliar a coleta de porta em porta, mas, para isso, o custo é alto. É de extrema importância a participação de todos nas coletas seletivas. O material que em outros tempos era descartado, ocupando espaço em aterros, torna-se fonte de renda para muitas famílias e, além disso, ajuda o meio ambiente, pois evita-se, assim, corte de árvores”, defende.

NO CAMINHO DA COLETA

Coleta seletiva ponto a ponto: Nesse tipo de coleta, são instalados contêineres nas cores padrão definidas pela Resolução do Conama para os materiais recicláveis: azul para o papel, vermelho para o plástico, amarelo para o metal e verde para o vidro. A população separa os recicláveis em sua residência ou local de trabalho e os deposita em contêineres instalados pela prefeitura. Cada endereço é chamado de Local de Entrega Voluntária (LEV).

Coleta seletiva porta a porta: Os materiais recicláveis são separados pelos moradores e recolhidos na rua, por um caminhão.

O QUE SEPARAR

LEV Azul – Papel: jornais, revistas, caixas de papelão, embalagens longa vida, folhas de papel, formulário contínuo, envelopes, cadernos, livros;

LEV Amarelo – Metal: latas de alumínio (refrigerantes, cervejas), latas de metal ferroso (óleo, sardinha, tomate, achocolatados), clipes, grampos de papel e de cabelo, papel alumínio, arames;

OBS: Pressione as tampas das latas para dentro antes de colocá-las na sacola dos recicláveis, para diminuir o risco de acidentes.

LEV Vermelho – Plástico: sacolas, garrafas pet, embalagens de shampoo, embalagens de material de limpeza e de alimentos, copos descartáveis, canos;

LEV Verde – Vidro: garrafas de cerveja ou refrigerante, frascos de perfume ou medicamentos (vazios e limpos), potes, copos, vidros lisos e planos.

OBS: O vidro deve ser embalado em material resistente, como papelão ou embalagem longa vida, para não ficar exposto e diminuir o risco de acidentes.

ATENÇÃO:

Os materiais devem estar limpos e secos, para não provocar mau cheiro nem atrair animais que possam causar doenças.

Mais informações pelo site http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/

Conheça objetos inteligentes que, em ideias incríveis, economizam espaço


Conheça objetos inteligentes que, em ideias incríveis, economizam espaço Com imóveis cada vez menores, fica difícil acomodar tudo o que precisamos no dia a dia dentro de casa. Confira a lista com soluções simples para áreas reduzidas

Redação Lugar Certo PR – Folha de Londrina

Casas e apartamentos estão cada vez mais compactos. Por isso, arrumar lugar para acomodar todas as coisas passou a ser um desafio. Para ajudar nessa tarefa, algumas empresas têm lançado móveis e objetos super criativos, que economizam espaço e podem ser encaixados em locais que você nem imagina.

Para que comprar uma sapateira se é possível guardar os calçados dentro de um pufe? O banheiro é minúsculo? Dá para acomodar shampoo e sabonete na própria cortina do box, sabia? O site Catraca Livre selecionou essas invenções que tornariam o dia a dia de muitas pessoas muito mais prático. Confira:

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 (Catraca Livre/Reprodução)

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Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?


Corretores de imóveis, como vocês lidam com as novas tecnologias?Google Street View e fotos detalhadas dos imóveis mudam relacionamento entre clientes e corretores. Saiba como se adaptar ao universo digital!

corretorEm uma rápida busca no Google, utilizando um smartphone, é possível achar diversas opções de imóveis na Internet com fotos, informações de preço e valor aproximado de condomínio. Acessando as redes sociais também é fácil encontrar detalhes sobre apartamentos, casas, salas comerciais e quaisquer outras informações sobre imóveis, inclusive, contato de corretores que criaram suas páginas para facilitar o relacionamento com o cliente.

Mais do que isso, é pelo Google Street View e Google Maps que muitos consumidores buscam detalhes, como localização, vizinhança, distância entre os pontos de interesse, condições de conservação do imóvel, etc. Depois de passar por estas buscas, ai sim o cliente determina se fará contato com o corretor para ter outras informações do imóvel. Os tempos mudaram? Sim, e a forma de procurar um imóvel também.

Uma recente pesquisa realizada pela Imovelweb mostra que nos últimos cinco anos, a busca por imóvel através da internet aumentou de 3% para 10%. Isso indica que a internet e as redes sociais estão se tornando importantes fontes de informações para aqueles que querem adquirir um imóvel. “Hoje, 99% dos clientes vêm de uma situação online, com todas as informações já checadas. Antigamente, o cliente não tinha acesso, o máximo era o classificado do jornal aos domingos. Hoje em dia é possível saber detalhes da localização à simulação de financiamentos”, afirma o diretor da Qualitty Imóveis, Fabiano Neaime.

Com esse processo tecnológico, surge um novo desafio: Como os profissionais do mercado imobiliário devem agir diante dessa mudança? Segundo Neaime, o corretor de imóveis precisa ter um diferencial no atendimento, conhecer muito bem o mercado e ter postura para transmitir segurança ao cliente. “Nem sempre os consumidores têm todas as informações corretas em mãos e, por isso, é importante que o profissional saiba sobre o assunto com profundidade. As ferramentas ajudam, pois trazem um cliente mais direcionado, mas podem atrapalhar e confundir o consumidor. Às vezes, uma foto pode deixar o cliente insatisfeito, se mal tirada”, explica.

Para quem pretende seguir carreira ou melhorar seu desempenho profissional é necessário investir em treinamento e buscar informações. “Hoje, a profissão do corretor mudou. Ele é um profissional de mercado. Alguns, por exemplo, compraram notebooks, smartphones, câmeras digitais mais preparadas, fizeram cursos especializados, etc.”, ressalta Neaime.

Dicas

Para quem está na profissão, confira algumas dicas e mãos à obra!

– Encare a corretagem de imóveis como uma profissão que precisa de atualização, dedicação e investimentos em formação, seja ela especializada ou em atendimento ao cliente;

– Mantenha sua postura séria, ética e passe segurança ao cliente, tanto na compra, como na locação;

– Entenda as necessidades dos clientes, assim como seu perfil. O que é bom para um, pode não ser para o outro;

– Faça da tecnologia uma aliada! Invista em uma boa máquina fotográfica e tome cuidado na hora de fotografar os ambientes. Uma foto mal tirada, desfocada e poluída pode desinteressar o cliente;

– Levante as informações sobre o cliente, como o melhor horário para uma ligação, visita ou mesmo para um bate-papo. Evite excesso de ligações em horários inadequados;

– Quando possível, tente contato com o cliente via e-mail para passar mais detalhes sobre os imóveis, como fotos e plantas. Às vezes, o contato online pode ser mais eficaz e rápido no dia a dia.

Anuncie seu imóvel gratuitamente em  nosso site: www.comprenaplanta.net

Por: Agência Contatto Comunica-nos