Qual é o perfil profissional mais procurado pelas empresas hoje?


Fonte: Qual é o perfil profissional mais procurado pelas empresas hoje?

Qual é o perfil profissional mais procurado pelas empresas hoje?


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Quais são as principais habilidades listadas no seu currículo?

O que te destaca em um processo seletivo? Se a sua resposta for vontade de aprender ou capacidade de cumprir ordens, talvez esteja na hora de mudar a sua visão.

A competitividade do mercado de trabalho exige que as empresas procurem muito mais do que isso. Os recrutadores querem pessoas que agreguem valores e tenham um diferencial único que traga resultados rápidos e lucrativos.

Nessa hora, até mesmo qualidades e habilidades que você nem acreditava serem tão importantes podem ajudar. Se você souber como trabalhá-las, aquele seu interesse em aprender outras línguas, seu espírito criativo e a sua capacidade em lidar com mudanças podem te tornar o candidato que as empresas procuram.

Se você ainda estiver na faculdade, essa é a hora de começar a trilhar o caminho para se tornar o profissional do futuro. Por isso, continue lendo e acompanhe as nossas dicas sobre o que as empresas estão procurando em seus processos seletivos!

#1 VISÃO ESTRATÉGICA DE MERCADO

A instabilidade do mercado exige que os profissionais tenham uma visão clara sobre a realidade da área em que atuam. Propor ideias apenas para agradar a liderança ou que não estejam alinhadas com a realidade da profissão podem levar ao declínio de um profissional. Por isso, esteja sempre atento às novidades, principalmente as econômicas e políticas. Leia muito, mesmo que a sua área profissional não seja de Humanas. E o mais importante: observe o que a concorrência anda fazendo e como você pode se destacar perante ela.

#2 RESILIÊNCIA

O mercado de trabalho é instável e o dia a dia em uma organização, principalmente as que fazem mais sucesso, não é fácil. Ingressar em uma empresa e esperar que não haja situações adversas e problemas é algo que não existe nem nos contos de fadas.

Um candidato com perfil resiliente é um dos mais buscados nos processos seletivos e um dos mais apreciados no ambiente de trabalho. Isso não quer dizer que ele tenha que abaixar a cabeça para tudo, mas sim que deve encarar os problemas com otimismo, lidar com a rotina de forma positiva, resistir às pressões externas e estar aberto a ouvir críticas como uma forma de melhorar, e não como um ataque pessoal.

#3 FOCO

Internet, TV, contas a pagar, problemas políticos, redes sociais, estresse, trânsito… Hoje, qualquer pessoa tem que lidar com um número enorme de informações e problemas que acabam comprometendo o foco no que é realmente importante.

Colaboradores ambiciosos, que se focam no que fazem e têm uma meta profissional bem definida, são aqueles que conseguem abraçar desafios, superam obstáculos mais facilmente e trazem as melhores soluções para tornar o local em que trabalham ainda melhor.

Fonte: SLRH

Construção de imóveis residenciais para vender pode ser um excelente negócio


Construção

Construção de imóveis residenciais para vender pode ser um excelente negócio

Tudo depende da sincronia de todas as etapas envolvidas no processo, que vão desde a compra do terreno até a comercialização

A expectativa do mercado de construção civil é de que este ano termine com recuo de 0,98% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central. “A partir de 2015, com o forte enfraquecimento da economia e as incertezas políticas, o cenário do mercado imobiliário brasileiro inverteu a tendência de crescimento”, avalia Enio Klein, CEO da K&G Sistemas e professor de vendas e marketing da Business School São Paulo. Segundo ele, esse cenário ainda vai durar algum tempo, até que as condições da economia retornem a um patamar favorável.

Tendo em vista esse cenário, um dos negócios que aparentam ser promissores é a construção de imóveis residenciais para vender, pois o mercado de moradias sempre tem a tendência a se recuperar primeiro. “É histórico. Isso porque as políticas governamentais, mesmo em tempos de crise, privilegiam os programas habitacionais. Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em entrevista a um canal de notícias, afirmou que o governo pensa em ampliar os limites para compra da casa própria com recursos do FGTS. Segundo o ministro, o objetivo é beneficiar a classe média. Ou seja, com a injeção de recursos e financiamento, a construção de imóveis para moradias parece ser um negócio promissor”, afirma Enio Klein.

O especialista em vendas ressalta que a construção civil é uma atividade complexa. A começar pelo ciclo de produção, que pode variar conforme o tipo de projeto. Pode-se considerar construção de moradias, de instalações empresariais, de escritórios, salas comerciais, galpões ou fábricas. Isso sem contar estradas e obras de infraestrutura. “Tudo isso nos leva à conclusão de que, quando falamos em venda na construção civil, devemos qualificar muito bem o cenário. Pode ir da venda de serviços à comercialização de imóveis. Cada cenário traz à mesa ciclos, estratégias, capacitações e valores muito distintos, que tornam a atividade de vendas um capítulo à parte nessa indústria.”

Afinal, como desenvolver a atividade de vendas dentro de uma das principais indústrias de nossa economia? Enio Klein explica que, mesmo em um cenário de dificuldades, pessoas e empresas continuam demandando imóveis e construtoras continuarão a vender imóveis. O que muda? “Uma enorme sensibilidade a preços por parte de quem compra e uma gama bastante grande de ofertas e preços no mercado. Isso fortalece a atividade de vendas, que precisa ser repensada dentro do mercado imobiliário”, afirma. “Conversando recentemente com executivos comerciais de duas das principais construtoras do país, a opinião de que a postura de vendas precisa ser revista é unânime, tanto que se nota um movimento no mercado imobiliário no sentido de reciclar seus corretores. Tanto os autônomos quanto os empregados”, completa.

PLANEJAMENTO

Enio Klein, CEO da K&G Sistemas, diz que, mesmo em um cenário de dificuldades, pessoas e empresas continuam demandando moradia e construtoras continuarão a vender imóveis	 - Arquivo pessoalEnio Klein, CEO da K&G Sistemas, diz que, mesmo em um cenário de dificuldades, pessoas e empresas continuam demandando moradia e construtoras continuarão a vender imóveis

A lucratividade depende, em parte, de fases anteriores à venda, como a escolha do terreno e a construção do imóvel. “Esse processo começa com o planejamento do empreendimento, no qual respostas importantes devem ser obtidas: quem vai comprar, qual o nível de exigência em termos da qualidade do acabamento, localização, potencial de compra (quem compra e quanto pode pagar), entre outras exigidas em qualquer plano de negócios”, relata o especialista. “Durante o tempo das vacas gordas, muitos investidores entraram neste mercado e, por falta de planejamento e de um bom plano de negócios, quebraram a cara.”

Quando feitas com o cuidado devido, as margens de comercialização poderão ser bem maiores em função da maior valorização do imóvel. Mas a atividade de venda é decisiva para que essa atividade dê os resultados pretendidos. O especialista em vendas destaca que é muito importante, para aquele que irá comercializar imóveis, entender quais os perfis de indivíduos que foram a base da escolha do terreno, do projeto de arquitetura, da qualidade do material de construção e acabamento. Esses fatores estão associados ao preço do imóvel, o qual, no fim do dia, será o “valor percebido” pelo futuro comprador.

COMPORTAMENTO DO CLIENTE

Enio Klein diz que se o mercado a ser trabalhado pelo vendedor não for compatível com os parâmetros da construção, será muito difícil a comercialização dos imóveis e o vendedor corre o risco de falta de liquidez, além da necessidade de fazer concessões ou dar descontos para que possa vendê-los. “Entender o comportamento de compra do cliente é fundamental, assim como os custos da obra, para determinar as margens de lucro possíveis, levando-se em conta os valores de venda praticados para moradias semelhantes na mesma região.”

Tudo isso é vital para as margens e a lucratividade do empreendimento, observa Enio Klein. “A construção de casas para vender pode ser um excelente negócio. Porém, é importante sincronizar todas as etapas, desde a compra do terreno até a comercialização, tornando compatível a localização, o tamanho, a qualidade e o preço ao potencial mercado comprador. O papel do vendedor é importante para o negócio, pois dele depende a preservação das margens e o sucesso na conversão de vendas.”

Fonte: Lugar Certo

Parede bem decorada dá vida ao ambiente


DICAS

Arquiteta e designer de interiores ensina formas de criar uma composição de quadros que ajuda a destacar qualquer cômodo

Uma parede vazia incomoda. A decoração parece estar incompleta. Sem ajuda profissional, muitas pessoas têm dúvidas e não sabem como distribuir os quadros na parede ou pelo ambiente. Desde questões básicas, como altura adequada, até dúvidas entre fotografias, gravuras e obras de arte. A arquiteta e designer de interiores Fernanda Hoffmann, técnica em edificações pela E.T.E Getulio Vargas, concorda que uma parede lisa é como uma tela em branco esperando para ser preenchida. Para a escolha dos temas, trata-se de uma decisão muito pessoal de quem vai morar no imóvel. “Existem diversos tipos de arte e costumo dizer que não há bonito e feio nessa área, e sim uma identificação pessoal. Portanto, o cliente deve participar da escolha do quadro e decidir pelo que lhe ‘toca’ mais. O profissional contratado (arquiteto ou decorador) nunca pode decidir por ele”, afirma.

À frente do escritório que leva seu nome desde 2009, Fernanda Hoffmann reforça que o que precisa ser levado em conta são as proporções do quadro e as cores para compor com o resto do ambiente. Ela chama a atenção sobre as molduras. “Costumo escolher uma moldura que contraste com a cor da parede, pois do contrário podemos usar o quadro sem moldura, o que também é uma opção para telas a óleo. O importante é sempre se preocupar com a decoração do ambiente onde o quadro será exposto, verificar seu estilo, já que existem molduras mais modernas e outras mais clássicas.”

Para quadros de tamanhos e formatos diferentes, a dica é alinhar todos por cima ou por baixo - Sidney Doll/DivulgaçãoPara quadros de tamanhos e formatos diferentes, a dica é alinhar todos por cima ou por baixo

Para a arquiteta, a escolha da moldura é livre e não é necessário seguir um estilo só. “Não precisa ser todas iguais, pode-se misturar quadros com e sem molduras. As semelhantes produzem um efeito mais clean e os modelos variados criam textura e pedem uma decoração mais limpa no restante do espaço para não sobrecarregar. Não necessariamente precisa de um quadro com foto, a composição apenas com molduras também é interessante”, observa.

OBRAS DE ARTE

Outra preocupação na hora de distribuir o quadro em casa é quanto ao valor. Qual deve ser melhor posicionado? Como expô-lo da melhor maneira? “Obras de arte merecem local de destaque. E você pode conseguir isso de diversas formas, por exemplo, com iluminação localizada ou criando um nicho na parede para colocar o quadro. Gravuras e fotografias ficam bem combinadas em várias peças e podem ser usadas de forma mais informal, explica a arquiteta.

Molduras podem ocupar um espaço Molduras podem ocupar um espaço Molduras podem ocupar um espaço Molduras podem ocupar um espaço “sem graça” da casa e conferir um charme todo especial

A composição é uma dor de cabeça para quem está inseguro. E nada pior do que furar a parede e só depois descobrir que está errado, que a disposição dos quadros na parede ficou ruim. Fernanda Hoffmann afirma que não existe regra de todos os quadros seguirem o mesmo estilo. Se achar que não ficou bom na mesma parede, tente usar em paredes diferentes. O fato é que composições mais harmônicas, que seguem o mesmo estilo, são menos poluídas. Já com estilos diferentes demandam uma decoração mais neutra no resto do ambiente para contrabalançar. “Na minha opinião, moldura rústica combina melhor com quadros de paisagem ou folhagens. A moderna, com telas abstratas e fotos de cidades (principalmente as preto e branco e sépia, que estão muito em alta). Já as clássicas e tradicionais vão bem com obras de arte de maior valor.”

Neste quarto, a iluminação destaca os quadros na parede, que combinam com o resto do ambiente - Arquivo PessoalNeste quarto, a iluminação destaca os quadros na parede, que combinam com o resto do ambiente

Dicas de quem entende

1 – Existe altura certa? A mais comum é a de 1,60m, contado a partir do chão até o meio do quadro. Não é uma medida obrigatória, mas é uma dica para começar a pensar nessa forma de disposição, já que é a posição que a maioria consegue apreciá-lo.

2) Posicionamento: É fundamental prestar atenção no mobiliário do espaço. Se for colocar o quadro na sala, eles devem ficar pelo menos 25cm acima do sofá. O mesmo vale para os quartos, em relação à cama, aparadores, mesas de jantar etc. No caso de escadas, os quadros devem acompanhar sua inclinação.

3) Simetria: Não acredito que a posição dos quadros deve ser simétrica. Um exemplo é que os quadros não precisam estar pendurados na parede, podem estar apoiados na mobília, prateleiras e até mesmo no chão. E lembrem-se de testar as peças antes de furar a parede para ver se gosta da composição.

4) Valorização de espaços: Usar galerias de quadros em corredores, que normalmente são “sem graça”, é uma saída. O uso de espelhos atrás dos quadros também é interessante para criar a sensação de amplitude. Para não furar os espelhos, uma saída são os adesivos da 3M.

5) Proporção: Uma opção é o uso de moldes para testar o que fica ou não bonito. Para alinhar quadros de medidas diferentes, use um referencial: alinhe todos por cima ou por baixo.

6) Prioridade: Obras de arte de maior importância devem ocupar local de destaque, como o hall de entrada ou a sala principal. Obras pequenas podem ser agrupadas em uma parede só.

7) Tendência: Os quadros coloridos, com efeitos em 3D e geométricos, estão em alta. O truque é combiná-los com uma base mais neutra ou, para os mais ousados, com outros padrões/estilos. Outra opção é a impressão de gravuras, mais em conta do que o quadro pintado a óleo, por exemplo.

8) Iluminação: Usar arandela sobre um quadro dá um efeito interessante. O único cuidado é a escolha do tipo de lâmpada: se for quente, pode estragar a pintura a óleo, por exemplo. Não é recomendável usar esse artifício no caso de galerias com vários quadros porque fica carregado demais.

 Fonte: LUGAR CERTO 

Momento de estabilidade


ESTABILIDADE

Momento de estabilidade

Índice que direciona valores de venda dos imóveis não subirá muito no primeiro semestre

Pesquisa aponta que o CUB/m² neste início de ano teve alta de 0,12%, puxado pelo material de construção, que subiu 0,29%

O custo da construção civil, que reflete nos preços dos contratos de venda de imóveis, não deve subir muito no primeiro semestre de 2017. É o que indica pesquisa do Sindicato da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), que mostrou que o Custo Unitário Básico de Construção (CUB/m²) teve alta, em janeiro, de 0,12% na comparação com o mês anterior. O preço do metro quadrado de construção para um projeto-padrão, que é uma residência multifamiliar normal com garagem, pilotis, oito pavimentos e três quartos, passou de R$ 1.266,87 em dezembro de 2016 para R$ 1.268,36 em janeiro de 2017. Já em comparação com o mesmo mês do ano passado, a elevação foi de 0,38%, evolução bem próxima da estabilidade.

O que puxou o pequeno reajuste foi o material de construção, que subiu 0,29%. Os demais componentes do CUB – mão de obra, despesa administrativa e aluguel de equipamento – permaneceram estáveis, o que contribuiu para o resultado de janeiro.

Para o economista e coordenador sindical do Sinduscon-MG, Daniel Furletti, os resultados indicam um momento de estabilidade na construção civil. “Essa estabilidade está dentro do contexto macroeconômico monetário que o país está vivendo. A gente vê uma estabilidade da inflação, caminhando para baixo do centro da meta este ano, e a queda da Selic, que deve chegar em torno dos 9,5% no fim do ano. Esse ambiente todo fica propício para não termos aumentos nos preços, e é o que a gente está observando nos custos da construção”, avalia.

Dos 26 materiais de construção pesquisados em janeiro, sete apresentaram aumentos. Entre eles estão o tubo de PVC-R rígido reforçado para esgoto 150mm, que teve alta de 4,46%, a placa de cerâmica, que subiu 2,93%, e a fechadura para porta interna, acréscimo de 2,49%. Essa menor variação do preço de material nos últimos meses reduziu a participação da matéria-prima na composição do custo da construção. A participação percentual caiu de 43,67% em janeiro de 2016 para 41,19% no primeiro mês deste ano. O valor da mão de obra está correspondendo a 54,50% do CUB, que é um importante indicador do setor.

Furletti lembra que, em março, deve haver aumento da mão de obra, por conta das convenções coletivas dos trabalhadores, mas é preciso aguardar para ver quais serão os reflexos no custo da construção. “Se esse custo aumentar, nem sempre o preço sobe na mesma proporção, porque depende do mercado imobiliário, que envolve outras variáveis.” A expectativa é de reajuste pequeno nas prestações de imóveis.

PREVISÃO

“Este é um momento bom tanto para comprar imóveis como para fazer reformas na casa”, avalia o economista e coordenador sindical do Sinduscon-MG. Com os custos permanecendo próximos da inflação, Furletti afirma que a única sazonalidade prevista foi o fechamento da negociação salarial da mão de obra em fevereiro, que vai repercutir a partir de março, mas a previsão é “seguir com uma certa estabilidade”.

Segundo o levantamento do Sinduscon, o CUB/m² registrou alta de 7,71% nos últimos 12 meses. No período, houve aumento de 1,59% no material de construção, 11,92% na mão de obra, e 22,83% na despesa administrativa. Os materiais que apresentaram maior elevação foram as placas de gesso liso e de cerâmica, vidro transparente, esquadria e janela de correr, tinta látex e tubo de PVC-R reforçado para esgoto. Já no custo de aluguel de equipamento houve estabilidade.

Fonte: LUGAR CERTO 

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