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QUANDO TÁ DANDO TUDO ERRADO O QUE FAZER?


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Empreender sempre foi e sempre será extremamente difícil, porém não é impossível. Porém, sempre haverá momentos em que tudo parece dar errado. Porém, é possível superar esses momentos.

Apesar de estar passando por uma ótima fase na Empreendemia, nós já passamos e ainda passaremos por muitos momentos em que tudo parecia estar perdido, em que o bicho pegou, a porca torceu o rabo, a cobra fumou, etc. Confira as lições aprendidas.

Aceite que você está lascado
Nelson Mandela já dizia “Corajoso não é quem não sente medo, é quem age mesmo com medo.”.  O mesmo vale para o sucesso. Sucesso não é a ausência de problemas, é seguir em frente mesmo com eles.

Outro grande líder, Forrest Gump, já dizia “Merd*s acontecem.”. Saber disso faz muita diferença pra quem quer chegar mais longe. Entenda que uma hora ou outra as coisas vão dar errado, aceite isso e siga em frente.

O mesmo vale pra hora que o problema acontece. Negar que o problema existe não vai resolvê-lo. Ao invés disso, a primeira atitude de quem quer resolver um problema é bater no peito com orgulho e falar “Deu merd*!”.

Normalmente as coisas não são tão ruins quanto parecem ser
Se você acha que sua vida é uma porcaria e as coisas não poderiam ficar piores, saiba que você é no mínimo ingênuo. As coisas sempre podem ficar piores.

Na grande maioria das vezes, ao analisar friamente um problema você percebe que ele é menor do que realmente parece ser no momento em que você estava gritando os piores palavrões da língua portuguesa.

Quando tudo parecer perdido, lembre-se que você não está soterrado a 700 metros de profundidade numa mina de carvão.

Crie um plano de saída
Estar na m*rda é normal, ficar nela não. Por isso, você precisa pensar em formas criativas de sair dela. Ficar reclamando nunca levou ninguém a lugar nenhum, planejamento e ação sim.

Para fechar meu argumento com chave de ouro, te faço uma pergunta: Você já viu Chuck Norris reclamando?

Conclusão: Aprenda com os erros e siga em frente
Uma das frases mais sábias desse blog foi “Se for pra errar, erre em algo inédito”. Ou seja, errar é humano, mas ficar repetindo o erro é sacanagem né?

Essa história de que o erro é a melhor fonte de aprendizado é uma meia verdade, já que o aprendizado verdadeiro ocorre quando você faz algo e acerta. O erro é um meio para o aprendizado, não o fim.

Texto de Millor Machado

Márcia Malsar: Os passos de uma heroína na Paralimpíada do Rio


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Márcia Malsar: Os passos de uma heroína na Paralimpíada do Rio

Ao cair e se reerguer na cerimônia de abertura da Paralimpíada, Márcia Malsar dá (mais) uma lição de como sobrepujar a adversidade

Por ironia, a cena mais tocante da cerimônia de abertura da Paralimpíada estava fora do roteiro que havia sido planejado em minúcias. Ante um Maracanã lotado na noite da quarta-feira, dia 7, quatro personagens foram destacados para conduzir a tocha até o acendimento da pira, um ritual inescapável nesse tipo de solenidade. O segundo trecho do percurso coube à ex-paratleta Márcia Malsar, de 56 anos, que na década de 1980 fez história ao competir no grupo de pessoas com paralisia cerebral. Por obra do imprevisto, ela se tornou a maior protagonista de uma festa repleta de heróis e heroínas. Sob um dilúvio que atingiu o local poucos minutos antes, Márcia recebeu a tocha de Antônio Delfino, que teve a mão direita amputada ainda jovem. Ela pegou o símbolo olímpico com a mão esquerda, enquanto a direita servia para apoiar a bengala de quatro apoios. E assim ela partiu, pé ante pé sobre um carpete encharcado. Foram 139 passos até perder o equilíbrio e tombar junto com a tocha, àquela altura escorregadia. De imediato, duas pessoas do apoio correram para socorrê-la. Márcia levantou-se do chão, pegou novamente o apetrecho e foi em frente em sua caminhada heroica. Mais 89 passos curtos e chegou a seu destino, passando o bastão adiante, sob uma ovação da plateia sem igual naquela noite.

>> Emoção na abertura da Paralimpíada

A sequência toda, que durou dois minutos e meio, se presta a diversas parábolas. Resume a determinação inerente a todo atleta paralímpico para suplantar percalços que se revelam, quase sempre, por fatalidade, e mudam a vida para sempre. Exemplifica a persistência de quem já tropeçou muito em obstáculos, mas está sempre disposto a se reerguer. Sintetiza o triunfo de superações cotidianas, como tem sido a conduta de Márcia desde pequena. Após a cerimônia, ela estava orgulhosa de si mesma pela justa aclamação que recebera por acaso. Embora tivesse ensaiado três vezes no próprio Maracanã, não podia prever que a chuva lhe traria tanto transtorno. Ao entrar no carro que a levaria de volta para casa, na periferia do Rio de Janeiro, ela olhou para a irmã, Mara, sua acompanhante, e, orgulhosa de si mesma, repetiu a sentença que virou seu lema. “A vida tem dessas coisas. A gente cai, levanta e continua em frente”, disse ela, que fala com dificuldade.

>> Por que a Paralimpíada não vem antes da Olimpíada?

Márcia teve uma infância trivial até os 2 anos de idade, quando uma infecção de sarampo evoluiu para um quadro de encefalite, que acabou lhe causando danos cerebrais irreversíveis. De início, as previsões eram ainda mais céticas. Ao deixar o hospital, os médicos disseram a seus pais que a menina não conseguiria mais falar nem andar. Nascida no município fluminense de São Gonçalo, filha de um mecânico, já morto, e uma costureira, Márcia teve uma infância austera. Para safar-se do prognóstico dado pelos médicos, empenhou-se em exercícios de fisioterapia. Vivia entre instituições de reabilitação, como a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae), o Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR) e a Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef). Foi numa dessas atividades que a jovem, em torno de 18 anos, ganhou o incentivo de um treinador chamado Nivaldo, de quem perdeu contato, para se iniciar nas corridas. No episódio da última quarta-feira, ecoaram no ouvido dela os gritos de incentivo de Nivaldo toda vez que desabava na pista: “Levanta, Márcia!”.

Na Paralimpíada de 1984 em Nova York, Márcia foi pioneira com paralisia cerebral. Ganhou um ouro, duas pratas e um bronze

Mesmo que não houvesse todas as dificuldades de ordem motora, seu dia a dia naquela época já seria penoso. Quando começou a se dedicar com afinco ao atletismo, tinha de cruzar o Rio e a Baía de Guanabara para ir de Jacarepaguá, bairro onde morava, até o estádio de Caio Martins, em Niterói. Contava com a ajuda da mãe nessa travessia. Muitas vezes o treinamento era feito sob o calor abrasivo de meio-dia, horário alternativo em que a pista era franqueada aos atletas deficientes físicos. Com muito sacrifício, Márcia se destacou em competições nacionais e acabou selecionada para participar de sua primeira Paralimpíada. Isso ocorreu em 1984, numa competição que inovou com sua divisão entre dois continentes. As provas em cadeira de rodas tiveram como sede Stoke Mandeville, região de um distrito inglês que foi o berço dos Jogos Paralímpicos no fim da década de 1940. Márcia foi para o outro lado. Embarcou para Nova York, onde se realizaram as demais disputas. Teve desempenho excepcional e voltou de lá com um ouro, duas pratas e um bronze em provas de velocidade e cross country – medalhas que podem ser vistas numa exposição que ocupa a Assembleia Legislativa do Rio  de Janeiro até o dia 22.

O feito de Márcia foi extraordinário sob o aspecto esportivo e pelo pioneirismo. Ao estrear no pódio, tornou-se a primeira brasileira vítima de paralisia cerebral a ganhar uma medalha paralímpica. Dessa forma, contribuiu para expandir no país um dos principais propósitos dos Jogos: o de inclusão social. “Numa época em que os pais limitavam muito a atividade dos filhos com paralisia cerebral, ela mostrou que pessoas assim podiam perfeitamente praticar esportes”, diz Michelle Barreto, de 33 anos, doutora em educação física adaptada e autora da tese “Esporte paralímpico brasileiro: vozes, histórias e memórias de atletas medalhistas (1976 a 1992)”.

Entre 2014 e 2015, para sua tese de doutorado, Michelle entrevistou todos os 23 atletas vivos que se enquadram no perfil e constatou que o romantismo era a força motriz dessa turma. “Quando indago qual o fator determinante para a conquista, eles apontam sempre a perseverança e a força de vontade”, afirma a pesquisadora. Nos anos 1980 e 1990, período em que Márcia brilhou nas pistas, era comum a pessoa ser obrigada a largar a carreira esportiva para ir sobreviver em outra atividade. “Naquela época, eu dava pró-labore para o atleta tomar um refrigerante”, lembra João Batista Carvalho e Silva, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) de 1995, quando foi criado, até 2001. Hoje os atletas profissionais dispõem de infraestrutura de treinamento e podem fazer viagens ao exterior para aprimorar a técnica. Para efeito de comparação, Batista administrou uma verba de R$ 10 milhões em todo o ciclo entre Atlanta 1996 e Sydney 2000. Hoje o CPB trabalha com uma receita de R$ 150 milhões por ano, vinda majoritariamente de uma parcela da arrecadação das loterias determinada por lei.

Festa de abertura da Paralimpíada do Rio.Márcia ajudou a abrir o caminho para a profissionalização (Foto: Jens Buettner/dpa/AFP)CONSAGRAÇÃO
Festa de abertura da Paralimpíada do Rio de Janeiro. Márcia ajudou a abrir o caminho para os atletas de hoje (Foto: Jens Buettner/dpa/AFP)

Márcia mora com a mãe, Maria José, de 86 anos, e a irmã, de 52, numa casa em Rio Bonito, cidade a 80 quilômetros do Rio. À medida do possível, leva uma vida independente. Cuida da mãe, cozinha e ajuda na arrumação. Jamais precisou de cadeira de rodas para se locomover. Costumava ir às ruas por conta própria, porém, passou a ficar insegura e agora sai quase sempre acompanhada. Recentemente, embarcou sozinha num ônibus para visitar amigos na cidade mineira de Alto Caparaó. Márcia só fecha a cara para criticar a péssima acessibilidade com que depara no dia a dia. Quando está recolhida, gosta de ver novelas, humorísticos e programas de calouro. “O que vocês viram no Maracanã diz muito mais sobre minha irmã do que tudo o que posso falar dela”, conta Mara. “Ela é uma pessoa independente, determinada e feliz.” Mesmo com tudo desfavorável, Márcia obteve sua maior conquista.

Fonte: REVISTA ÉPOCA 

Por:SÉRGIO GARCIA

Insinuante e Ricardo Eletro criam nova gigante do varejo


Insinuante e Ricardo Eletro criam nova gigante do varejo


As redes de móveis e eletrodomésticos Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais, anunciam hoje a união de suas operações. Juntas, as empresas devem ampliar seus negócios no Nordeste, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo.

A nova empresa terá 480 lojas espalhadas em 17 Estados do país. Com faturamento de R$ 4,6 bilhões anuais, a Insinuante/Ricardo Eletro deverá ser maior do que o Magazine Luiza (faturamento de R$ 3,8 bilhões no ano passado), que ocupa a segunda colocação no ranking do varejo no país, atrás de Pão de Açúcar/Casas Bahia.

O controle deverá ser dividido entre as duas redes -cada uma possuirá 50% de participação. Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, deve comandar a nova companhia. Luis Carlos Batista, da Insinuante, fica no conselho de administração.

No ano passado, Nunes disse que seu objetivo era consolidar e não vender a empresa. A rede montou um centro de distribuição em São Paulo e previa abrir mais 50 lojas no interior do Rio de Janeiro em 2010. O faturamento da rede no ano passado foi da ordem de R$ 2,1 bilhões, o que representou um aumento de 28% sobre 2008.

A decisão de fundir as duas redes ocorreu após o negócio entre o grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia no ano passado. Parceira do BTG Pactual, de André Esteves, a Insinuante foi uma das finalistas para a compra das Casas Bahia.

Fundada em 1959 em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, a Insinuante, que começou suas operações com o comércio de calçados, tem cerca de 220 lojas. A Ricardo Eletro, fundada em 1989 em Divinópolis (MG) pelos irmãos Ricardo e Rodrigo Nunes, possui cerca de 240 lojas no país e emprega cerca de 8.000 pessoas.

A concentração no varejo, principalmente após o negócio entre Pão de Açúcar e Casas Bahia, estimula a fusão de redes menores, segundo consultores de varejo. A indústria é contrária ao movimento porque perde poder de negociação e fica nas mãos de grandes clientes.


Steve Jobs entra para a lista dos “30 CEOs Mais Respeitados do Mundo”, compilada pela Barron’s

Por Rafael Fecham |

Steve Jobs entrou para a lista dos “30 CEOs Mais Respeitados do Mundo”, compilada e publicada hoje pela Barron’s. O executivo voltou ao comando da Apple em 1997.


“De iPods a iPads, ele gera dinheiro para acionistas.” — É assim que começa o perfil de Jobs, lembrando que a sua trajetória incluiu um “exílio” da empresa a qual fundou, retornando numa fase em que ela estava quase indo à falência e trabalhando para torná-la uma das mais influentes na cultura americana.

“Embora não seja amado universalmente — empregados da Apple o veneram, mas o temem —, ele é um gênio de turtleneck preta com um estilo de gerenciamento único. A América poderia contar com 1.000 parecidos com ele”, conclui o repórter Eric Savitz.

Para a Barron’s, Steve Jobs vale hoje pelo menos US$25 bilhões dos mais de US$200 bilhões que a Apple representa para o mercado.

Pergunta do dia



Mix pergunta:

Crystine, 

– Morando numa cidade relativamente pequena, você poderia me dizer qual é o seu principal sonho no momento?

 
 

 

Resposta:

Bem, sonhos eu não tenho, sonhos é aquilo você simplesmente quer mais fica esperando que se realize ou que alguém realize por você! Eu tenho objetivos que são aquelas coisas que se deseja e corre atrás pra fazer com que se tornem  realidade!!!