Confissão (de Mário Quintana)


Que esta minha paz e este meu amado silêncio

Não iludam a ninguém

Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta

Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios

Acho-me relativamente feliz

Porque nada de exterior me acontece…

Mas,

Em mim, na minha alma,

Pressinto que vou ter um terremoto!

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