Tomada com cronômetro evita desperdício de energia


Tomada com cronômetro evita desperdício de energia

Você sabia que deixar o carregador do celular ou de qualquer outro aparelho conectado na tomada mesmo após a recarga ter terminado é desperdício de energia? No universo do design, já existem ideias para solucionar problemas como este.

Uma delas é o “Dialug”, tomada criada pelos designers Dan Bee Lee, Jang Soo Kim, KyoYeon Kim e WooRi Kim.

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A entrada do dispositivo funciona como um cronômetro analógico. Após colocar o eletrônico e girar a tomada no sentido horário, o contador se move de acordo com o tempo estabelecido e, ao final do período, corta a passagem de energia automaticamente.

Para que a corrente fique permanentemente aberta, basta girar a tomada no sentido anti-horário. Já a entrada de baixo funciona como qualquer outra, dando a possibilidade de utilizar o equipamento da forma que for mais conveniente.

No entanto, a opção mais simples e ao alcance de todos ainda é desligar os aparelhos da tomada assim que terminarem de ser carregados. O mesmo vale para televisores, aparelhos de som, impressoras e outros eletroeletrônicos que costumam ficar 100% do tempo na tomada. O modo stand by também consome energia e é considerado um “ladrão de energia”. Evitar esse tipo de desperdício pode gerar uma economia de cerca de 10% na conta de luz.

Fonte: Super Interessante – Blog Ideias Verdes

Pedro Leopoldo-Fashion City Brasil


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O Fashion City Brasil (FCTY), megaempreendimento de moda voltado para venda a lojistas, a ser construído em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está em fase de conclusão do processo de licenciamento ambiental. A previsão é a de que os órgãos responsáveisconcluam a análise do projeto, orçado em R$ 280 milhões, já nos próximos dias.

A partir daí, terão início os trabalhos de terraplanagem. Segundo o cronograma, as obras começarão no próximo semestre e a inauguração acontecerá no final de 2014 ou início de 2015.

“Temos que respeitar o calendário da moda. Em agosto, são lançadas as coleções de primavera/verão e, no primeiro trimestre do ano, as de outono/inverno. O Fashion City deverá ser aberto em um desses momentos”, diz o presidente do FCTY, Gilson Amaral Brito Júnior. Segundo ele, serão gerados cerca de 1,5 mil empregos diretos.

O Fashion City Brasil vai abrigar um centro de compras com 514 grifes de 13 estados brasileiros e do Distrito Federal, estacionamento para 900 veículos (além de 60 ônibus) e um hotel com capacidade para 350 leitos.

O complexo será construído a quatro quilômetros do Aeroporto Internacional de Confins, em um terreno de 200 mil metros quadrados, sendo 86 mil de área construída, 26 mil de área bruta locável e 12 mil de área para eventos. O empreendimento receberá aportes de R$ 280 milhões, inicialmente, e será o maior centro integrado de negócios do setor na América Latina. De acordo com Brito Júnior, a meta é colocar Minas no calendário nacional de negócios de moda.

“O Estado já tem visibilidade por concentrar bons produtores, mas ainda não tem a mesma atenção no que diz respeito a negócios”, disse. O FCTY deverá gerar mais de R$ 1 bilhão em negócios e receber cerca de 15 mil varejistas por ano.

Por: Iêva Tatiana – Hoje em Dia

Projeto de Corredor Ecológico já tramita na ALMG


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Deputado Fred Costa apresenta proposta de criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, uma reivindicação de ambientalistas e estudiosos do assunto que querem a preservação ambiental e a garantia da sobrevivência de espécies da fauna e da flora do ecossistema da área Sul da RMBH.

Já está na Comissão Constituição e Justiça da Assembleia de Minas, desde o último dia 14 de outubro, o Projeto de Lei nº 4.590/2013, de autoria do deputado estadual Fred Costa (PEN) (foto), que dispõe sobre a criação do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca. O relator é o deputado Dalmo Ribeiro Silva e o deputado Fred Costa se articula dentro da ALMG para que o projeto seja votado ainda esse ano.

A criação do corredor ecológico (CE) ligando o ecossistema do Rio Paraopeba ao ecossistema do Rio das Velhas, em Nova Lima, é uma reivindicação de ambientalistas e dos associados da Associação para Proteção Ambiental do Vale do Mutuca (Promutuca) que têm se empenhado para garantir a proteção e preservação da fauna e a biodiversidade na região. Ambientalistas e estudiosos do assunto creditam que a criação desses corredores entre as áreas de preservação ambiental é o único feito que poderá garantir a sobrevivência de espécies – ou o que restou delas – e da flora do ecossistema da área Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O projeto

No projeto, o deputado Fred Costa, quer que “fique reconhecido e instituído o Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, em conformidade com o inciso XIX, do art. 2º, da Lei Federal n° 9.985, de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, e institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza”.

Para Fred Costa, a criação do corredor ecológico do Vale da Mutuca é de suma importância para a preservação da fauna, biodiversidade e do meio ambiente como um todo. “Abracei esta ideia, pois acredito que é a maneira mais eficaz de preservar a biota que interliga as bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba. Ao se reconhecer o Vale do Mutuca como corredor ecológico resguardar-se-á a vegetação florestal presente sob o viaduto da bacia do Córrego do Mutuca, a própria a Bacia, a mata ciliar presente no entorno do Córrego do Mutuca, o lençol freático da Bacia e as águas da Bacia do Córrego Mutuca. Os corredores ecológicos reconhecidos são uma vitória para a população de uma maneira geral já que proporcionam e resguardam o deslocamento de animais, a dispersão de sementes, o aumento da cobertura vegetal e o bem estar das populações de sua área”, afirmou o deputado.

Objetivos

O projeto em tramitação na ALMG define os seguintes objetivos: “propiciar a interligação entre as Bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba; propiciar a preservação ambiental da Bacia do Córrego do Mutuca; preservar o ecossistema local do Vale do Mutuca; proteger o meio ambiente e o patrimônio natural e paisagístico do Vale do Mutuca; preservar os recursos hídricos do município de Nova Lima; impedir a contaminação do lençol freático da Bacia do Córrego do Mutuca; impedir a contaminação das águas da Bacia do Córrego do Mutuca; permitir a conectividade entre fragmentos de áreas naturais; inter ligar as unidades de conservação; possibilitar entre as unidades de conservação o fluxo de genes e o movimento da biota; facilitar a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas; mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas; proporcionar o deslocamento de animais, a dispersão de sementes e o aumento da cobertura vegetal e proporcionar o bem-estar das populações de sua área”.

Para garantir o sistema de gestão do Corredor Ecológico do Vale do Mutuca, o deputado defende a composição de “forma colegiada e paritária, pelas autoridades públicas estaduais e representantes de entidades ambientalistas não governamentais, entidades de classe, de empresas e de condomínios residenciais inseridos no corredor”, enfatiza.

Fonte: Jornal do Belvedere