Felicidade tem preço?


A felicidade custa R$ 11 mil por mês, a partir daí riqueza não significa bem estar. Essa é a conclusão de um estudo realizado por estatísticos americanos junto a um gigantesco banco de dados dos Estados Unidos.

 

Segundo eles, renda muito pequena exacerba as dores emocionais associadas a problema como divórcio, doença e solidão. Quem diz isso não somos nós não.  É Daniel Kahneman, da Universidade Princeton, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2002 e coautor da pesquisa.

 

Para ser feliz o importante não é ser rico, mas sim não ser pobre, revelam entrevistas feitas com mais de 450 mil americanos. Os pesquisadores descobriram que:

 

1.    Gente solitária se sente muito infeliz até em comparação com quem sofre de um problema crônico de saúde.

2.    Ter filhos traz felicidade. Mas ter uma plano de saúde deixa as pessoas mais felizes ainda.

3.    As pessoas ficam mais felizes ao envelhecer porque aprendem a lidar com o sofrimento.

4.      O fator campeão de bem-estar, porém, é ser uma pessoa religiosa. A fé é o único fator que consegue até ganhar do dinheiro na busca pela felicidade.

Você concorda?

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