A Prisão…


João tinha grande potencial, realizou vários cursos, estudou em uma boa universidade e estava em busca de um novo desafio profissional.
Foi convocado por uma grande multinacional para um processo de recrutamento, pois o perfil mencionado em seu curriculo estava aderente às necessidades da empresa: próativo, foco em resultado, adaptável às mudanças, ótimo relacionamento interpessoal, além de experiência comprovada em sua área de atuação.
João passou para a 2ª e 3ª fase da seleção, onde foi entrevistado e recebeu informações detalhadas sobre seus desafios, a cultura da empresa e o que era esperado dele. João foi aprovado após rigoroso processo e o único contratado dentre outros 12 candidatos.
Sua energia e motivação era tamanha em seu primeiro dia de trabalho, onde passou por uma integração e foi apresentado à empresa e ao seu time. As idéais e as percepções do que poderia ser melhorado inundavam sua cabeça e João acabara por redigir várias idéais no papel, a fim de apresentar a seu superior e a seus colegas de equipe, afinal uma das necessidades exaustivamente expostas era de “oxigenar a equipe” e trazer novas idéias para aumento de resultado e redução de custo.
João uniu todas as suas anotações em uma brilhante apresentação e, extremamente feliz e motivado, mostrou aos participantes quais seram suas idéias e solicitou feedback de como poderíam, juntos, aplicá-las.
Após alguns comentários, não muito interessados, João vai até a sala do seu “chefe” e solicitou sua opinião sobre o que fora apresentado. A resposta foi a seguinte:
“Olha João, você é novo por aqui e ainda não conhece muito bem essa empresa. As coisas não são tão fáceis como parece e acredito que você deva conversar um pouco mais com a equipe. Tenho certeza que sua percepção sobre certas coisas irá mudar. Vamos tentar uma coisinha aqui, outra ali, mas nada que gere tanto impacto…as pessoas não gostam muito desse tipo de postura aqui entende?”
Um pouco frustado mas ainda com crença em suas idéias, foi “melhor” interagir com sua equipe. Observou que o processo que estava sendo executado pelo amigo era extremamente repetitivo, onde uma simples conversa ou envio de e-mail para o solicitante da tarefa resolveria a redundância de execução. Assim falou:
“Você pode fazer isso de outra forma, ganhará tempo e pessoa que lhe solicitou, ficará satisfeita pelo resultado. Primeiro porque você entregou antes do prazo e segundo porque você facilitou a vida de muita gente, evitando redirecionamentos desnecessários. É uma “mudança” bem simples, mas significativamente produtiva”. A resposta foi a seguinte:
“João bem vindo a…(nome da empresa). Esquece tudo que te falaram ou o que esperam de você. Aqui a regra é a seguinte: manda quem pode, obedece quem tem juízo. Eu vou ganhar alguma coisa mudando o processo? Vão me reconhecer mais por isso? Claro que não amigo, então deixa como está.”
João ainda tentou por alguns dias, depois insistiu por alguns meses e desistiu após 01 ano. Porque após um ano? É simples, após fazer 01 ano de empresa se deu conta de que estava agindo exatamente igual aos seus colegas quando entrou na empresa. Entendeu que estava dentro da caixa e que seu potencial fora “sufocado” pela cultura subliminar que existe na empresa. Essa cultura não é aquela que é divulgada, não é aquela que é cultuada em convenções, palestras e eventos. É cultura real, aquela que movimenta a empresa e a direciona ao sucesso ou ao fracasso.
Ainda bem que João entendeu o ciclo vicioso em que se encontrara e, sabendo de seu potencial, de suas crenças e seus valores, resolveu sair da prisão. Viu que tinha asas e poderia ir muito além dos portões cinzentos do tédio.
Algumas pessoas, infelizmente, não tem a mesma sensibilidade, coragem ou consciência de João e perpetuam-se dentro da prisão, onde ficam surdos, mudos e cegos diante dos acontecimentos.

Você se identificou, presenciou ou soube de alguma história similar a esta? Pois é, situações assim fazem parte do cotidiano de muitas pessoas e de muitas empresas. Cabe a nós e às próprias empresas mudarem essa história e poderem assim voar rumo ao sucesso.

Um grande abraço,

Débora Guerreiro

Chefes tóxicos destroem as empresas e minam talentos


Não é fácil lidar com chefes que são inseguros, incompetentes ou mau caráter.

Por Julio Sergio Cardozo

A comunicação é um dos maiores problemas entre chefes e subordinados. E a principal reclamação das equipes é: os líderes não transmitem para seus superiores as informações como deveriam. Ou seja, tudo que diz respeito ao desempenho das pessoas nas relações subordinado/chefe, diretor/presidente não flui.
Resultado: muitos profissionais perdem a motivação, não cumprem as metas e passam o tempo tentando arrumar um novo emprego. Precisamos atentar para um fato da natureza humana, que se chama filtrar as informações, tornar as informações convenientes. Por que isso ocorre? Porque o chefe pode ser mau caráter, incompetente ou inseguro e está protegendo o seu próprio cargo.
O mau caráter, como sabemos, tem uma índole do mal. Não quer ajudar os demais e acha que sozinho vai conseguir vencer, o que é um absurdo. Se possível ficaria com o bônus só para ele.
O incompetente não quer expor suas deficiências, porque, ao elogiar o comportamento do subordinado, seu superior hierárquico pode pensar que o bom é o subordinado e não ele.
O inseguro em muito se assemelha com o incompetente. Não confia nos demais e sempre se sente ameaçado. Acha que o subordinado pode se destacar mais e, portanto, impede que os demais brilhem. Na luta pela sobrevivência, só quem pode ficar na vitrine é ele e ponto final.
Lidar com eles não é tarefa fácil!
Se você é vítima de um mau caráter, a única saída é arriscar um contato com o superior dele e tentar mostrar o quanto sua liderança atrapalha o desempenho da equipe. Ou quem sabe, a solução seja mudar de empresa. Agora, se seu chefe é inseguro ou incompetente torne-se um aliado dele. Mostre que você não está ali para competir, que seu sucesso vai ajuda-lo a ter sucesso.

 

Os dentes do Sultão..


Um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que acordou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o sonho.
– Que tragédia! – exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade.

– Mas que insolente! – gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

Chamou os guardas e ordenou que castigassem o homem com cem açoitadas. Então, mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. O homem, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:

– Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. Um cortesão perguntou, admirado, ao adivinho:

– Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro o Rei pagou com cem açoitadas e a você com cem moedas de ouro.

– Lembra-te meu amigo – respondeu o adivinho – que tudo depende da maneira de dizer…

Sete Pecados Capitais que matam o tesão


Ser amigo demais e esquecer de seduzir – Casal não é irmão. Por mais entendimento que haja entre os parceiros, não de pode deixar de lado os jogos de sedução e de conquista no relacionamento.  É muito bom assistir à TV junto, bater papo e curtir a companhia do outro, mas lembre-se: quem está a seu lado não é um mero companheiro de quarto. Atiçar o interesse sexual é fundamental!

Deixar a iniciativa sempre para o outro – Não espere que a iniciativa do sexo venha sempre do parceiro. Demonstrar interesse é importante para levantar a auto-estima do seu par e deixar as coisas mais excitantes. Dizer não por muitas vezes pode fazer com que o outro desista de investir em programas a dois.

Ser criativo só no trabalho ou com os filhos – Tem gente que vive inventando passeios e brincadeiras diferentes para fazer com as crianças. E no trabalho é cheia de ideias para impressionar o chefe ou tornar o negócio ainda mais lucrativo. Em casa, porém, é de uma mesmice que dá sono. O parceiro também merece ser alvo da sua imaginação. Ser previsível demais e esquecer de surpreender é um convite à monotonia.

Exagerar na dose de fantasia sexual – Ter fantasias sexuais é uma forma saudável de manter o calor entre o casal. Poder colocar em prática o que imaginou, então, é ainda mais poderoso. Antes, porém, é preciso não forçar uma barra e respeitar os gostos e limites do parceiro. Tem gente que esquece de convidar o outro e aproveita sozinho a brincadeira. Os dois têm que curtir!

Relaxar no cuidado com a aparência, mesmo em casa – Ninguém precisa viver enfeitado na intimidade, mas a dose certa de vaidade faz bem. A mulher pode até não gostar de lingerie mais sexy, mas nem por isso vai usar só calcinha bege sem costura, né? E o marmanjo não precisa ficar na sala com aquela pança enorme que vaza por baixo de uma camiseta furada. Conforto, tudo bem. Desleixo, não! Afinal, charme conta ponto.

Abusar da intimidade e esquecer da privacidade – Sim, os homens acham que as mulheres nascem lindas, cheirosas, depiladas e com unhas feitas. É bom que continuem pensando assim. Nada de colocar essas tarefas em dia com eles por perto. Assim como eles não devem se exibir tirando meleca ou soltando pum. Há horas na vida em que quanto menos testemunha, melhor.

Abandonar o romantismo e a paquera mútua – Não dá para ter aquela postura só do ‘quero isso’, ‘preciso disso’. Tem que investir no relacionamento.  Programas em galera não devem anular as saídas mais íntimas, só entre vocês  dois. Ah, outra coisa: é bom desgrudar dos filhos de vez em quando.

Texto de Luiz Filipe Barbosa e Marcella Sobral