Se dependesse da paixão do brasileiro por futebol…


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Se dependesse da paixão do brasileiro por futebol, a Copa do Mundo seria um longo feriado: cada jogo seria um bom motivo para deixar de lado o escritório e ir para algum lugar com uma televisão ligada. Mas como a economia do Brasil seria bem prejudicada se isso por acaso acontecesse, as empresas precisam se virar para não manter funcionários dispersos entre as quatro paredes corporativas durante as partidas.

Pesquisa realizada com 574 empreendimentos pela Curriculum, empresa online que oferece serviços de recolocação profissional, mostrou que 36,75% deles não dispensarão seus colaboradores para assistir aos jogos da Copa deste ano, enquanto a grande maioria (63,25%) vai liberar seus funcionários.

Dentre aqueles que permitirão assistir aos jogos, 62,4% pretendem aproveitar o momento e confraternizar com os colaboradores na própria empresa, em um lugar apropriado para que todos possam estar juntos no momento das partidas. Já 16,4% também irão comemorar juntos, mas fora do local de trabalho.

Com relação ao primeiro jogo do Brasil, que acontecerá em 15 de junho, terça-feira, às 15h30, 34,6% dispensarão seus colaboradores uma hora antes do jogo. Desses, 86,4% irão dispensar a equipe pelo resto do dia, mesmo após a conclusão da partida. Quanto ao terceiro jogo, que acontecerá no dia 25 de junho, sexta-feira, às 11 horas, 53,1% pretendem pedir aos funcionários que voltem ao trabalho logo após o jogo. Caso o Brasil se classifique para as quartas de final, 83,8% pretendem continuar com esse padrão.

“Nós fizemos essa pesquisa curiosos em saber o que as empresas vão fazer durante esse período e, ao mesmo tempo, queremos motivar outros gestores a pensarem em quais serão suas estratégias já que a Copa está bem próxima”, afirma Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, que irá liberar seus próprios colaboradores e disponibilizará telões e alimentação especial para quem decidir assistir aos jogos ali mesmo. “Fazer isso é uma forma de retorno aos funcionários que muitas vezes se sacrificam pela empresa”, diz.

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